Laudo do IML não encontra lesões em menina de 4 anos supostamente estuprada em clube do Palmeiras

Um laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) revelou que não foram encontradas lesões físicas na menina de 4 anos, que supostamente foi vítima de estupro de vulnerável nas dependências do clube social do Palmeiras, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo.
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A confirmação dessa informação foi feita pela Polícia Civil nesta terça-feira, 24 de janeiro de 2026. Embora o exame não tenha detectado lesões evidentes, a possibilidade de que atos libidinosos tenham ocorrido ainda está sendo investigada.
Exame Pericial e Continuidade das Investigações
De acordo com informações obtidas, o laudo pericial é semelhante ao que costuma ser encontrado em casos dessa natureza, onde não houve conjunção carnal e não foram identificados vestígios como sêmen. A polícia ressaltou que, caso tenha ocorrido algum ato libidinoso contra a criança, isso não deixou marcas físicas que pudessem ser detectadas no exame.
Assim, essa possibilidade continua sendo considerada nas investigações em andamento.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou em nota oficial que as apurações seguem em curso. O caso, que inicialmente foi registrado na 4ª Delegacia de Defesa da Mulher, agora está sob a responsabilidade da 9ª Delegacia. A SSP também destacou que os detalhes da investigação devem ser mantidos em sigilo devido à idade da vítima e à natureza do crime.
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Contexto do Caso e Reação do Palmeiras
O incidente ocorreu no dia 10 de junho de 2026, dentro de um banheiro masculino do clube social do Palmeiras, situado no bairro Perdizes. A denúncia relata que um homem de 74 anos teria sido o autor dos atos. Segundo a mãe da menina, ela percebeu um breve desaparecimento da filha e logo a viu voltar do banheiro masculino dizendo “é segredo”.
Ao dar banho na criança em casa, notou uma secreção na região íntima da menina. Quando questionada, a criança mencionou que um “vovô” havia tocado em suas partes íntimas. O suspeito é avô de um colega de escola do irmão da vítima.
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Após a revelação do caso, o Palmeiras prontamente afirmou ter garantido atendimento médico à menina e designou um advogado para acompanhá-la até a delegacia para registrar a ocorrência. O associado suspeito foi suspenso e deverá ser expulso assim que ficar comprovada sua autoria ou participação no crime, conforme determinação da presidente Leila Pereira.
Em nota oficial, o clube expressou seu repúdio a qualquer forma de violência ou abuso e reafirmou seu compromisso em colaborar com as investigações.
Defesa do Suspeito e Acompanhamento Legal
A defesa do homem acusado negou veementemente as alegações e já solicitou acesso aos procedimentos legais para poder exercer seu direito à defesa. Em comunicado, os advogados afirmaram que o suspeito tomou conhecimento das acusações apenas após a divulgação da nota oficial pelo Palmeiras e pela repercussão na mídia.
Eles destacaram ainda que têm confiança nas instituições e esperam um desfecho adequado para as investigações.
Os advogados ressaltaram que estão empenhados em garantir o respeito ao sigilo dos procedimentos e afirmaram estar à disposição das autoridades para colaborar com o esclarecimento dos fatos. Assim, o caso continua sob análise das autoridades competentes enquanto os envolvidos aguardam os próximos passos das investigações.
Autor(a):
Sofia Martins
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.



