Kylie Jenner é processada por ex-funcionária por assédio moral e discriminação no trabalho

Kylie Jenner enfrenta ação judicial por assédio moral e discriminação, após acusações de ex-funcionária sobre ambiente de trabalho abusivo. Descubra os

23/04/2026 09:11

2 min

Kylie Jenner é processada por ex-funcionária por assédio moral e discriminação no trabalho
(Imagem de reprodução da internet).

Ação Judicial Contra Kylie Jenner por Assédio Moral e Discriminação

A empresária e influenciadora Kylie Jenner, de 28 anos, está sendo processada por uma ex-funcionária que a acusa de assédio moral, discriminação e possíveis violações trabalhistas em seu ambiente de trabalho. Além de Kylie, as empresas Kylie Jenner, Inc., Tri Star Services LLC, La Maison Family Services LLC e outros réus não identificados também são alvos da ação.

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A queixa foi apresentada por Angelica Vasquez, cuja idade não foi divulgada.

Conforme documentos processuais obtidos pela revista Us Weekly, Angelica começou a trabalhar para Kylie em setembro de 2024, inicialmente na propriedade da influenciadora em Beverly Hills, e depois foi transferida para a residência em Hidden Hills, na Califórnia.

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A denúncia relata que Angelica foi alvo de “hostilidade e exclusão” por parte de outros funcionários e que enfrentou situações de humilhação enquanto trabalhava na propriedade.

O processo alega que as tarefas mais difíceis e indesejadas eram sempre atribuídas a ela. Além disso, os supervisores teriam o hábito de estalar os dedos para chamá-la e frequentemente gritavam com ela, acusando-a injustamente de erros de forma “humilhante e degradante”.

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Os documentos ainda afirmam que Angelica foi obrigada a entregar seu celular para inspeção e foi acusada de falar mal de seus colegas de trabalho.

A ação descreve a conduta como constante, criando um ambiente de trabalho tóxico e abusivo, e menciona declarações discriminatórias, incluindo comentários pejorativos sobre sua condição de imigrante. Angelica, que é descrita como uma mulher vinda de El Salvador e católica praticante, afirma ter sido ridicularizada por seu sotaque e tratada como “inferior”.

Os autos indicam que ela fez várias queixas internas antes de entrar com o processo, mas que essas queixas foram “ignoradas, ridicularizadas ou minimizadas”.

A petição também questiona o pagamento de verbas salariais, alegando que valores devidos, incluindo horas extras, não foram pagos integralmente, além da falta de intervalos adequados para refeição e descanso. Angelica pediu um julgamento com a presença de júri, conforme previsto no sistema judicial americano.

No Brasil, uma queixa trabalhista seria normalmente analisada pela Justiça do Trabalho, sem a participação de jurados. Até o momento, Kylie Jenner não se manifestou publicamente sobre as acusações.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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