Karol Rosalin não volta como madrinha da Acadêmicos do Tatuapé em 2027 e cita pressão estética

Influenciadora diz que pretende fazer uma pausa para descansar e investir em outros projetos, mas não descarta voltar a desfilar no futuro.

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Karol Rosalin | Foto: Divulgação
Karol Rosalin | Foto: Divulgação

Karol Rosalin não vai mais ocupar o posto de madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé no próximo ano. A influenciadora estreou na função no Carnaval de São Paulo em 2026, mas decidiu não voltar à avenida pela escola em 2027, apontando pressão estética e desgaste nos bastidores da folia como os principais motivos.

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Ela pretende fazer uma pausa em 2027 para descansar e investir em outros projetos. A decisão, porém, não representa um adeus definitivo ao desfile: ela não descarta voltar a desfilar no futuro.

Pressão com o corpo pesou na escolha

A experiência de ocupar a frente da bateria trouxe visibilidade e desafios, mas também uma cobrança que Karol não imaginava encontrar com tanta intensidade. “Foi minha primeira experiência à frente de uma bateria e eu me entreguei muito. Mas percebi que, por mais que me preparasse, sempre parecia existir alguma coisa no meu corpo que precisava melhorar”, afirma.

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A relação entre Carnaval e pressão sobre o corpo não é novidade para ela. Conhecida como a “mulher fitness perfeita”, título atribuído pela Playboy Austrália em 2024 a partir de uma avaliação por inteligência artificial, Karol já tinha contado que pensou em fazer uma harmonização nos glúteos antes de estrear como madrinha.

Em dezembro de 2025, ela associou a ideia à cobrança estética que sentia durante a preparação para a festa. “Eu pensei em fazer, sim. Ia fazer por pressão do Carnaval, por ver todo mundo mudando o corpo em cima da hora”, declarou na ocasião.

Competição entre colegas incomodou a influenciadora

A cobrança estética não foi o único fator. Karol também apontou o incômodo causado por comparações e disputas de ego nos bastidores. Para ela, o que mais pesou foi a disputa por aparência e espaço ganhar mais protagonismo do que o próprio desfile.

“Lidar com os egos também pesa. Para mim, o ambiente fica tóxico quando a comparação ocupa mais espaço do que a experiência. Eu gosto de cuidar do meu corpo, mas não quero transformar isso em uma competição com outras mulheres nem viver tentando corresponder ao que esperam de uma madrinha”, disse.

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