José Guimarães busca acordo com Davi Alcolumbre sobre rito de votação no Senado

José Guimarães busca acordo com Davi Alcolumbre para definir rito de votação no Senado e encerrar a polêmica escala 6×1. O que vem a seguir?

(Imagem de reprodução da internet).

Ministro José Guimarães discute rito de votação no Senado

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, declarou nesta terça-feira (9) que espera chegar a um acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sobre o rito de votação que visa o fim da escala 6×1 na Casa. Ele mencionou que a intenção é definir o trâmite da proposta até quarta-feira (10) e que aguarda uma reunião com Alcolumbre para discutir o assunto.

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“Conversei com ele por telefone e estou organizando [o encontro]. Meu objetivo até amanhã é consolidar o rito de votação aqui no Senado”, afirmou Guimarães a jornalistas presentes no local. O presidente do Senado é quem deve dar o despacho à proposta, mas Alcolumbre já indicou que não terá pressa na análise e que o texto não será levado diretamente ao plenário.

Expectativas para a proposta no Senado

A proposta foi aprovada na Câmara na última semana de maio e, nesta semana, os senadores esperam iniciar as discussões sobre o tema e definir o cronograma de votação. A base governista está em busca de conquistar a relatoria da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) no Senado.

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Guimarães mencionou que o senador e ex-ministro da Educação, Camilo Santana (PT-CE), seria uma “excelente escolha” para a função, mas destacou que a decisão cabe a Alcolumbre.

“Teremos uma conversa com o presidente Davi [Alcolumbre] para entender o roteiro que ele pretende seguir aqui no Senado. É evidente que quem define o relator é o presidente do Senado. Há vários interessados, e Camilo Santana é um deles”, comentou Guimarães.

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Ele também ressaltou que está “dialogando bem” com o Congresso e que busca alinhar as prioridades do governo até o final do semestre, que incluem, além do fim da escala 6×1, o projeto sobre a exploração de minerais críticos e a chamada PEC da Segurança Pública.