Joaquim Barbosa é o “Neymar” da DC, diz presidente do partido, que busca alianças para 2026

João Caldas, presidente do DC, defendeu a troca de Aldo Rebelo por Joaquim Barbosa e quer apoio de PSDB, MDB e PSD à pré-candidatura.

2 min

Foto: Reprodução

Barbosa como “Neymar” da DC em busca de alianças para a Presidência

O presidente do partido Democracia Cristã (DC), João Caldas, defendeu na terça-feira (19 de maio de 2026) a pré-candidatura do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, minimizando a substituição de outro nome da sigla na disputa presidencial.

Caldas usou uma comparação ousada para ilustrar seu ponto de vista, analogamente ao futebol, afirmando que Barbosa seria o “Neymar” da seleção, assim como um jogador não é trocado durante uma competição importante.

Descarte da pré-candidatura de Rebelo

O presidente do DC classificou a substituição de Aldo Rebelo como uma decisão lógica, motivada pela fraca performance do pré-candidato nas pesquisas eleitorais. Um levantamento recente do AtlasIntel indicou que Rebelo possuía apenas 0,2% das intenções de voto para a Presidência.

Caldas enfatizou que a decisão não tem caráter pessoal, mas sim uma questão política, ressaltando que Barbosa não estava filiado ao partido na época em que a pré-candidatura de Rebelo foi definida, com a filiação de Barbosa ocorrendo em 2 de abril.

Busca por alianças amplas

Caldas expressou o desejo de ampliar as alianças para a pré-candidatura de Barbosa, buscando o apoio de partidos como o PSDB, MDB e PSD, além de nomes como Gilberto Kassab e Marcos Pereira. Ele declarou que o Brasil “não quer guerra ideológica” e que Barbosa “não é um candidato do Democracia Cristã. É um candidato de todos nós”.

A busca por apoio se estende à classe política em geral, conforme admitiu em entrevistas.

Barbosa: um candidato “franciscano”

O presidente do DC descreveu Barbosa como “um homem recatado que cultua o anonimato”, aprofundado nos livros e com conhecimento de mundo. Caldas afirmou que a campanha à Presidência será “franciscana”, buscando um caminho de diálogo e respeito, embora o partido reconheça a necessidade de oferecer “garantias mínimas” de infraestrutura ao candidato.

Leia também

Histórico de Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa ganhou notoriedade a partir de 2006 como ministro relator do processo do Mensalão, conduzindo o julgamento que levou à condenação de diversos políticos e empresários de alto escalão. Assumiu a presidência do STF em 2012, ocupando o cargo até a sua aposentadoria voluntária e antecipada da Corte em 2014.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para contato@cliquefatos.com.br.