JD Vance revela que EUA estão “muito perto” de acordo com o Irã; entenda os detalhes!

Vice-presidente dos EUA fala sobre acordo com o Irã
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, declarou que o governo está “muito perto” de firmar um acordo com o Irã. No entanto, a precisão sobre o tempo necessário para isso ainda é incerta. Em entrevista ao programa “CBS Sunday Morning”, Vance mencionou que um acordo pode ser alcançado em uma semana ou levar meses. “Olha, acho que o acordo pode acontecer na próxima semana, mas também pode acontecer daqui a meses”, afirmou Vance a Robert Costa durante a transmissão no domingo (7).
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Apesar da incerteza, Vance expressou confiança de que um entendimento será alcançado antes das eleições de meio de mandato em novembro. “Ah, com certeza”, disse ele. “Acho que saberemos muita coisa antes das eleições de meio de mandato.” Na segunda-feira (8), o presidente Donald Trump também comentou sobre a possibilidade de um acordo, afirmando que ele poderia ser alcançado nas próximas duas semanas.
Na manhã de terça-feira (9), Trump disse a jornalistas que isso poderia ocorrer “em dois ou três dias”, antes de relatar que o Irã havia abatido um helicóptero Apache, prometendo retaliação.
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Vance demonstrou otimismo em relação à possibilidade de um acordo duradouro entre os EUA e o Irã, embora reconheça que ainda há trabalho a ser feito. “Neste momento, acredito que estamos em posição de fechar um acordo que seja bom para os Estados Unidos economicamente e que realmente lide com o programa nuclear iraniano, não apenas agora, não apenas enquanto Donald Trump for presidente, mas a longo prazo”, declarou Vance à CBS. “Esse é o objetivo da política.
E acho que estamos muito perto de atingir esse objetivo. Mas ainda temos alguma madeira para cortar. Vamos continuar a fazê-lo”, acrescentou.
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Desde o início do cessar-fogo, Trump afirmou ao menos 37 vezes que está próximo de um acordo.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



