Irã acusa Ucrânia de cumplicidade e ameaça: “Jamais perdoaremos” atitudes! 🤯 Zelensky rebate e expõe a crise. Saiba mais!
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, expressou nesta terça-feira (17) preocupação com as ações da Ucrânia, especialmente em relação ao envio de conselheiros militares para o Oriente Médio. Baghaei argumentou que a tentativa da Ucrânia de se envolver em outros conflitos, como o apoio a grupos combatendo drones iranianos, é um sinal de cumplicidade com grupos adversários.
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Ele enfatizou que os problemas enfrentidos pelo povo ucraniano não serão resolvidos dessa maneira.
O comentário surge em meio a relatos de que a Ucrânia está buscando treinamento e assistência em combate a drones, após o envio de especialistas para treinar tropas de países da região. O primeiro grupo de conselheiros militares chegou em 9 de março.
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Baghaei ressaltou que as ações de Kiev terão consequências e responsabilidade internacional para o Estado ucraniano, afirmando que o Irã “jamais perdoará” essa atitude.
A Ucrânia já havia iniciado o envio de especialistas para o Oriente Médio, visando treinar tropas locais no combate a ataques aéreos e fornecer suporte com seus conhecimentos em drones. Essa iniciativa foi motivada, em parte, por pedidos de países da região, incluindo os Estados Unidos, para auxiliar no desenvolvimento de defesas aéreas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reagiu às declarações iranianas, classificando-as como “não novidade”. Ele mencionou ter ouvido declarações semelhantes nos últimos anos, em resposta a pedidos de apoio para interceptar drones. Zelensky enfatizou que defesas aéreas não são armas ofensivas e que a Ucrânia está disposta a compartilhar seu conhecimento e sistemas defensivos com outros países.
A situação se intensificou com declarações do presidente da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, que considerou a Ucrânia um “alvo legítimo” devido ao seu apoio às operações militares de Israel contra o Irã.
Azizi citou o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas para justificar a posição, argumentando que o apoio ucraniano transformou todo o território ucraniano em um alvo para o Irã.
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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.