Investigação revela ligação de assassinato de Su Jingwei com tráfico de metanfetamina em SP

A apuração do assassinato de Su Jingwei revela conexões com uma organização criminosa de tráfico de metanfetamina em São Paulo. Quais desdobramentos ainda

(Imagem de reprodução da internet).

Investigação sobre a Morte de Su Jingwei

A apuração acerca do assassinato do empresário chinês Su Jingwei, ocorrido em novembro de 2025 no bairro da Liberdade, em São Paulo, revelou uma “ligação forte” com uma organização criminosa envolvida no tráfico de metanfetamina, conforme informações da Polícia Civil.

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O delegado Bruno Conga, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), destacou que as investigações indicaram que o homicídio foi motivado por desentendimentos relacionados à comercialização da droga.

“Descobrimos que houve a intervenção de uma organização criminosa ligada ao tráfico de metanfetamina em São Paulo, que, em meio a um desentendimento sobre essa mercancia, acabou determinando a morte de Su”, declarou o delegado. Conga também mencionou que as investigações do assassinato revelaram uma estrutura criminosa associada ao tráfico de metanfetamina. “Há uma estrutura criminosa muito relacionada à máfia chinesa que explora esse tráfico, composta principalmente por estrangeiros residentes em São Paulo”, acrescentou.

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Conexões com Investigações Anteriores

O delegado ainda informou que a investigação do homicídio se conectou a apurações anteriores realizadas pelo Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico), incluindo a Operação Heisenberg, que visava grupos suspeitos de atuar no tráfico. “Esse tráfico de metanfetamina revelou uma articulação extremamente profunda e duradoura, com vínculos fortes entre os envolvidos”, afirmou.

Até o momento, quatro pessoas foram detidas por suspeita de participação direta no homicídio, enquanto outras cinco foram presas em investigações relacionadas ao tráfico de metanfetamina, segundo a Polícia Civil. Duas mulheres foram presas na terça-feira (9).

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Apesar das detenções, a polícia considera prematuro afirmar se essas mulheres são as mandantes do assassinato. “É cedo para dizer se as mulheres presas ontem têm relação com o crime”, concluiu Conga. A investigação continua em andamento, e o Consulado da China está sendo informado sobre as prisões e os desdobramentos do caso, visto que a apuração envolve cidadãos chineses que residem no Brasil.