INSS passa a exigir biometria facial para empréstimo consignado de aposentados

Beneficiários precisam validar o contrato com reconhecimento facial no Meu INSS; a margem consignável também foi reduzida.

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Foto: Reprodução

Atenção, Aposentados e Pensionistas! Nova Exigência do INSS para Empréstimos

Uma nova regra do INSS entrou em vigor em maio de 2026, gerando atenção entre aposentados e pensionistas. A principal mudança impacta diretamente a possibilidade de contratar empréstimos consignados. Agora, a validação biométrica facial pelo aplicativo do INSS se tornou um requisito obrigatório para a liberação do crédito.

Essa medida, estabelecida pela Lei nº 15.327/2026 e aprovada pelo INSS, tem como objetivo principal combater fraudes que têm afetado diversos beneficiários. Anteriormente, a contratação de empréstimos consignados podia ser realizada por telefone ou através de procuração, o que aumentava os riscos de irregularidades. A partir de agora, o consentimento direto do titular é fundamental para a operação.

O que muda na prática?

A partir de agora, o beneficiário deve acessar o Meu INSS e realizar o reconhecimento facial em até cinco dias corridos após a assinatura do contrato de empréstimo. Essa etapa é crucial para garantir a segurança da operação e evitar o cancelamento do empréstimo.

Caso a biometria não seja reconhecida, o aposentado ou pensionista deverá procurar uma agência do INSS para regularizar seu cadastro.

Ajustes na Margem Consignável

Além da validação biométrica, a nova regra também inclui um ajuste na margem consignável. A porcentagem do benefício que pode ser destinada ao empréstimo foi reduzida de 45% para 40%. Essa alteração limita o valor total que pode ser consignado, o que pode impactar a capacidade de alguns beneficiários de obterem crédito.

Conclusão: Prepare-se para a Nova Exigência

Embora essas medidas possam parecer restritivas, elas são essenciais para proteger o patrimônio dos aposentados e pensionistas. O INSS busca garantir a segurança das operações de crédito consignado e evitar fraudes. É fundamental que os beneficiários estejam cientes da nova exigência e se preparem para realizar o reconhecimento facial o mais rápido possível.

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