INSS: R$ 2,1 bilhões em atrasados serão pagos pelos seis tribunais regionais federais

Os valores de ações judiciais ganhas por segurados são depositados conforme o calendário de cada TRF.

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CJF confirma mais de R$ 2 bilhões extras para o INSS | Foto: Reprodução / Google

A distribuição de recursos judiciais em favor dos segurados do INSS será coordenada por seis Tribunais Regionais Federais (TRFs) espalhados pelo Brasil neste ano.

O montante é de R$ 2,1 bilhões e visa quitar débitos reconhecidos em decisões judiciais favoráveis aos beneficiários.

Os valores serão depositados diretamente nas contas bancárias das pessoas credoras seguindo cronogramas específicos definidos pelos respectivos TRFs.

Como ocorrerá o pagamento em nível nacional

A responsabilidade pela coordenação dos pagamentos será dividida entre as seis unidades regionais federais do país (TRF). Cada tribunal seguirá um calendário próprio para depositar esses recursos, garantindo uma distribuição organizada e transparente até chegar ao bolso de cada segurado ou herdeiro beneficiado pelas decisões judiciais favoráveis à classe trabalhadora brasileira.

Além da grande quantia destinada aos processos principais, é importante notar que os valores provenientes de Juizados Especiais Federais também serão pagos. As Requisições de Pequeno Valor (RPVs) cobrem débitos de até 60 salários mínimos, o equivalente a R$ 97.260 em 2026.

Cobertura regional e quem pode receber

A cobertura abrange todos os estados: o TRF1 atende o Distrito Federal e outros 12 estados, entre eles Goiás, Bahia e os da Região Norte; o TRF2, Rio de Janeiro e Espírito Santo; o TRF3, São Paulo e Mato Grosso do Sul; o TRF4, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; o TRF5, a maior parte do Nordeste; e o TRF6, Minas Gerais.

Direitos dos herdeiros

O direito ao recebimento não se restringe apenas aos segurados vivos ou diretamente envolvidos nos processos judiciais; os filhos também podem ter acesso à verba judicialmente determinada. Para isso, é preciso apresentar a comprovação legal do vínculo com o beneficiário falecido.

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Por isso, tanto quem aguarda um pagamento quanto os herdeiros devem acompanhar as comunicações oficiais do TRF responsável pelo seu estado.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.

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