Índia e Estados Unidos: Acordo Comercial Revolucionário Previsto para Março!

Índia e Estados Unidos estão prestes a selar um acordo comercial em março, com promessas de redução de tarifas e investimentos bilionários. Saiba mais!

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Índia e Estados Unidos Preparam Acordo Comercial para Março

A Índia e os Estados Unidos estão prestes a formalizar um acordo comercial em março, conforme anunciado pelo ministro do Comércio, Piyush Goyal. Ele revelou que, após a assinatura, Nova Délhi reduzirá as tarifas sobre produtos americanos. Este é o primeiro cronograma oficial para a implementação do acordo.

Nos próximos quatro ou cinco dias, os dois países divulgarão uma declaração conjunta. Após isso, Washington diminuirá as tarifas sobre as exportações indianas de 50% para 18%. Goyal também mencionou que a Índia planeja adquirir cerca de US$ 500 bilhões em produtos dos EUA nos próximos cinco anos, incluindo entre US$ 70 a 80 bilhões em aeronaves da Boeing.

Detalhes do Acordo

De acordo com o acordo anunciado na segunda-feira (2), o presidente dos EUA, Donald Trump, se comprometeu a reduzir tarifas e a comprar US$ 500 bilhões em produtos indianos. Goyal informou que a formalização do acordo deve levar de 30 a 45 dias, com a assinatura prevista para março.

Ele destacou que os pedidos de aeronaves, motores e peças relacionadas somam cerca de US$ 100 bilhões. Recentemente, a Air India, que pertence ao Grupo Tata, anunciou ter quase 200 aeronaves encomendadas da Boeing. Além disso, a Akasa Air, uma companhia aérea menor, revelou ter pedidos para 226 jatos Boeing 737 MAX.

Reações e Preocupações

As ações indianas tiveram alta após o anúncio do acordo, que trouxe maior clareza sobre as relações entre os dois países. Contudo, o principal partido da oposição na Índia está exigindo mais informações sobre o acordo, especialmente em relação ao impacto no setor agrícola.

Na terça-feira, representantes de ambos os lados confirmaram que a Índia oferecerá acesso limitado ao mercado agrícola dos EUA, mantendo, no entanto, proteções significativas para seus produtos. Essa questão continua a gerar debates e preocupações entre os setores envolvidos.

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