Haddad defende “passar a régua” em casos de corrupção, incluindo INSS
Haddad intensifica discurso anticorrupção com proposta rigorosa para casos judiciais, incluindo investigações no INSS.
Haddad defende rigor na investigação em casos de má conduta. Questionado se investigações contra membros governamentais poderiam prejudicar sua campanha no Estado, Haddad reconheceu a percepção entre os paulistas quanto à associação histórica do partido com episódios corruptos. Segundo o candidato petista, é “muito difícil conseguir blindar [o governo] da ação deletéria de pessoas interessadas em obter vantagens do serviço público”, e que esse tipo de situação pode aparecer “em todo lugar”. “A pessoa errou, eu não quero saber o partido, a religião, o time de futebol… Sou a favor de passar a régua em quem quer que seja, porque tem uma lei; ela tem que ser respeitada”, afirmou.
Comparação política: Haddad elogia Lula por manter distância das investigações. O petista também fez questão de defender Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ressaltou publicamente como nunca viu o presidente interferir ou tentar acobertar qualquer investigação contra terceiros — “Pode ser amigo, filho, parente”. “Nunca vi o presidente Lula mexer um dedo”, declarou ainda ele sobre os mecanismos legais do país.
O candidato petista ao governo paulista declarou nesta quarta – feira, dia 19 de agosto de 2026, que é favorável a “passar a régua” em todos os investigados por corrupção no Brasil.
Investigações envolvendoLuchsinger no caso INSS: detalhes dos fatos. Em paralelo ao debate político nacional, reportagens detalharam investigações que apontaram para envolvimento de Roberta Luchsinger, lobista já acompanhada por investigadores devido à apuração de supostas fraudes contra aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS.
Marcola deixou formalmente sua função como assessor pessoal presidencial ainda em julho de 2026. Sua saída ocorreu após a repercussão sobre os desdobramentos da investigação na qual o nome de Roberto Luchsinger estava central.
A Polícia Federal conduziu uma apuração focada no suspeito tráfico de influência envolvendo lulas filho e um empresário chamado Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido pelo apelido “Careca do INSS”. Segundo dados levantados pela PF, Roberta recebeu R 1,milhão deste último indivíduo por meio das transferências financeiras realizadas ao longo dos meses.
Mensalhes revelam conexões com ex secretários.
O Poder360 divulgou que em uma dessas transações o próprio Careca afirmou a um interlocutor que parte desse dinheiro era destinada especificamente para “filho do rapaz”, referindo – se à família presidencial. Além disso, reportagem publicada no dia 17 de agosto de 2026 mostrou mensagens nas quais Luchsinger teria dito explicitamente a lulas filho que “o futuro” deles seria na Suíça.
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As conversas registradas datam até março de 202e citaram encontros da lobista com Marcola e também com Swedenberger Barbosa, ex secretário executivo do Ministério da Saúde.
A defesa de Roberta Luchsinger declarou ao Poder360 não comentar os chamados “fragmentos de informações sigilosas” divulgados fora dos contextos legais apropriados.
Respostas das defesas em investigações. A equipe jurídica por trás de lulas filho afirmou que se manifestará nos autos processuais somente após obter acesso integral aos dados referentes às solicitações de quebra de sigilo judicial. Quando questionada sobre a compra de joias feita pela lobista para o ex chefe de gabinete, as advogadas optaram pelo silêncio institucional e reafirmaram estar respeitando rigorosamente o segredo do processo legal.