Greve de Professores em SP: Ação Intensa e Reivindicações Urgentes!

Greve dos Professores em São Paulo Recorre a Ações Mais Intensas
A categoria dos profissionais da rede municipal de educação de São Paulo decidiu manter a greve em curso desde 28 de abril de 2026, após rejeitar um reajuste salarial de 3,51% proposto pela gestão do prefeito. A decisão, tomada na quinta-feira (7 de maio), demonstra a insatisfação da categoria com a oferta e a busca por melhores condições de trabalho.
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O Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) apresentou uma proposta de 5,4% de atualização no piso salarial e um aumento de 14,56% na valorização, detalhada em um documento PDF de 271 KB.
Proposta e Reações da Prefeitura
A Prefeitura de São Paulo ofereceu um reajuste em duas parcelas: 2% em maio de 2026 e 1,48% em 1º de maio de 2027, com a possibilidade de pagamento antecipado da segunda parcela, caso houvesse disponibilidade orçamentária. A proposta foi aprovada em primeiro turno na Câmara Municipal na quarta-feira (6 de maio).
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No entanto, a categoria considera a proposta insuficiente, alegando descaso e desrespeito por parte do governo municipal e não atendendo às reivindicações do Coeduc.
Reivindicações Amplas da Categoria
As reivindicações da categoria vão além do aumento salarial, abrangendo diversas áreas. Entre elas, destacam-se a valorização salarial e o aumento real, a evolução funcional e benefícios na carreira, o fim do confisco e a redução da alíquota previdenciária de 14% para 11%, melhorias na saúde dos profissionais, funcionamento das escolas, condições de trabalho, educação especial inclusiva, municipalização da educação infantil, educação integral e valorização do Quadro de Apoio à Educação.
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A categoria também exige participação, transparência e gestão democrática.
Intensificação da Greve e Próximos Passos
Claudio Fonseca, presidente do Sinpeem, informou que a categoria intensificará o movimento, buscando a paralisação das atividades de todos os docentes, gestores e profissionais do Quadro de Apoio. A Prefeitura de São Paulo, por sua vez, defende uma política estruturada de valorização dos servidores, com investimentos que somam mais de R$ 7 bilhões e o compromisso de antecipar o pagamento da segunda parcela para novembro ou dezembro de 2026.
A Câmara de São Paulo realizará uma audiência pública sobre o projeto de lei na terça-feira (12 de maio) e a categoria organizará uma manifestação e assembleia em frente à prefeitura no dia seguinte.
Autor(a):
Marcos Oliveira
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.



