Grassi é o candidato que mais investiu dinheiro próprio na campanha, com R$ 415 mil

Grassi lidera ranking de candidatos que mais usaram recursos próprios na campanha de 2026, com R$ 415 mil.

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Wilson Grassi, candidato do Democrata à Presidência da Républica | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Wilson Grassi, candidato do Democrata à Presidência da Républica...
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O candidato do Democrata à Presidência da República, Wilson Grassi, é quem mais tirou dinheiro do próprio bolso para bancar a campanha eleitoral neste ano. Até o dia 5 de setembro, ele já havia gastado R$ 415 mil — valor que representa a totalidade do orçamento de sua candidatura.

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Grassi não tem acesso ao Fundo Eleitoral, e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) também não registrou outras doações para ele, seja de pessoas físicas ou do partido. A legenda não atingiu a cláusula de barreira nas eleições de 2022.

Augusto Cury aparece na segunda posição

O escritor Augusto Cury, candidato pelo Avante, é o segundo colocado nesse ranking. Ele investiu R$ 250 mil do próprio patrimônio na campanha. Ao contrário de Grassi, porém, Cury também recebeu doações do partido e de pessoas próximas.

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Um dos doadores é Wilson de Matos Silva, reitor e fundador de uma universidade da qual Cury foi sócio. Wilson repassou R$ 60 mil para a campanha do presidenciável até o momento. Cury declarou ser o candidato mais rico entre todos os que disputam o Palácio do Planalto, com R$ 242 milhões em investimentos, imóveis e aplicações financeiras.

Já Wilson Grassi é o quarto colocado na lista de patrimônio, com R$ 50 milhões distribuídos entre imóveis, posses e direitos sobre imóveis financiados.

Líderes nas pesquisas não usam dinheiro próprio

Na ponta oposta do levantamento estão os candidatos que lideram as intenções de voto. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) registraram valores tímidos quando o assunto é colocar a mão no próprio bolso.

Flávio Bolsonaro é o único entre os dois que declarou investimento pessoal: R$ 13.044,01, pagos em parcelas desde o início da campanha. Lula, por sua vez, não aparece como doador da própria tentativa de reeleição.

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Entre os demais presidenciáveis, Clariana Barão doou R$ 5 mil dos R$ 1,5 milhão totais de sua campanha. Já Lula, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Edmilson Costa, Hertz Dias, Pablo Marçal, Rui Costa Pimenta e Samara Martins não registraram nenhuma doação autoral para as respectivas candidaturas.

Prestação de contas será divulgada em setembro

Todas as arrecadações e despesas de campanha precisam ser apresentadas à Justiça Eleitoral por partidos e candidatos. A prestação parcial de contas começa a ser enviada entre os dias 9 e 13 de setembro, com divulgação prevista a partir de 15 de setembro.

O documento trará a identificação dos doadores e os valores arrecadados.

O prazo final para a prestação completa termina em 14 de novembro.

Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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