Governo Lula admite que alíquota de 25% pode impactar exportadores brasileiros; entenda!

Governo Lula admite que alíquota de 25% pode impactar exportadores, mas situação é menos crítica que no passado. Entenda as novas investigações do USTR!

02/06/2026 09:56

2 min

Governo Lula admite que alíquota de 25% pode impactar exportadores brasileiros; entenda!
(Imagem de reprodução da internet).

Governo Lula Reconhece Impacto da Alíquota de 25%

O governo Lula admite que a alíquota de 25% sugerida pelo USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca) pode afetar negativamente os exportadores brasileiros. No entanto, há uma diferença significativa em relação ao “tarifaço” do ano anterior.

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Naquela ocasião, o Brasil foi um dos países mais impactados, enfrentando uma tarifa de 50%, enquanto outros parceiros lidavam com alíquotas a partir de 10%, com muitos na faixa intermediária de 20% a 30%.

Atualmente, a tarifa de 25% não é considerada uma perda tão significativa de competitividade quando comparada ao que outros países podem enfrentar. Após a decisão da Suprema Corte, o USTR direcionou seus esforços para as investigações da Seção 301, que possui um respaldo legal mais forte e aborda práticas comerciais que a administração americana considera “injustas”.

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Uma investigação específica sobre o Brasil já estava em andamento.

Novas Investigações e Expectativas

Além disso, o USTR abriu uma nova investigação contra mais 59 países, incluindo a União Europeia e a China, por suspeitas de “trabalhos forçados” em suas economias. Essa lista também inclui nações cujos líderes mantêm boas relações com Trump, como Argentina e Japão.

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O governo brasileiro espera que esse processo, que já está em uma fase avançada, seja finalizado no segundo semestre, resultando em tarifas semelhantes às aplicadas às principais economias globais.

Mesmo que as alíquotas sobre o Brasil permaneçam em 25%, isso não significa que os exportadores brasileiros não enfrentarão dificuldades. Há um reconhecimento de que essas tarifas “machucam” os produtores e geram prejuízos. No entanto, negociadores experientes ressaltam que, ao contrário do ano passado, a perda de competitividade dos produtos brasileiros no mercado americano não será tão acentuada em comparação com outros parceiros comerciais dos Estados Unidos.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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