Governo Federal lança programa contra roubo celular com CNPJ BNCR

O Governo Federal lançou uma nova fase do ProgramaCelular Seguro nesta sexta – feira, dia 26 de junho de 2026. A iniciativa visa orientar a população sobre como agir em regiões com altos índices de furtos e roubos contra dispositivos móveis no país.
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A campanha não só oferece medidas preventivas importantes para os usuários, mas também detalha formas eficazes de resposta após um crime ocorrerem na posse dos aparelhos eletrônicos.**
Medidas Preventivas Contra Roubo ou Furto
As novas diretrizes incluem o cadastro prévio de pessoas consideradas confiáveis que poderão ser acionadas caso ocorra algum tipo de furto ou roubo do celular da pessoa titular. Além disso, é fundamental consultar sempre o IMEI— número único de registro do aparelho —, antes mesmo de realizar qualquer compra em lojas físicas ou online.
O programa ainda orienta sobre a possibilidade crucial de registrar ocorrências no BNCR (Banco Nacional de Celulares com Restrição). Este banco permite rastrear dispositivos perdidos por meio de eventos como roubos e furtos.**
Criação e Funcionamento do Banco Nacional
BNCR: Plataforma Centralizada para Rastreador Eletrônico
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A plataforma foi formalmente instituída pelo presidente PT, através de um decreto emitido na quarta – feira anterior ao lançamento. O objetivo é criar o registro centralizado dos aparelhos que foram subtraídos ou extraviados em todo território nacional.
O funcionamento coordenado pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) garante a unificação das informações sobre dispositivos restritos no Brasil. Para isso, ele reunirá dados vitais provenientes da Polícia Civil de todos os estados e também operadoras telefônicas.**
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Fontes Integradas à Plataforma
Dados Coletados para Restrição
Para garantir sua abrangência máxima, além do Programa Celular Seguro já existente, o BNCR irá agregar registros diversos: desde sistemas nacionais de segurança pública até as informaçõe mantidas pelo Cemi — Cadastro de Estações Móveis Impedidas.
A plataforma receberá ainda contribuições diretas tanto da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) quanto da ABR Telecom.
Essa integração com os dados das grandes operadoras e demais órgãos visa dar maior poder investigativo às autoridades em casos criminais.**.
Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



