Contratos futuros da soja fecham com leve queda na Bolsa de Chicago em 26 de junho de 2026

Contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago apresentam leve queda, enquanto derivados mostram valorização e influenciam o mercado de oleaginosas.

26/06/2026 17:46

2 min

Wenderson Araujo
Wenderson Araujo

Nesta sexta – feira, 26 de junho de 2026, os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago fecharam com variações mínimas. O vencimento para novembro teve uma leve queda de 0,06%, encerrando o dia cotado a US 11,56 por bushel. A Agrinvest informou que o mercado não apresentou uma tendência clara, com alguns contratos registrando pequenas altas enquanto outros mostraram quedas discretas.

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Um dos destaques do pregão foi o contrato para março de 2027, que já se recuperou em cerca de 30 centavos de dólar por bushel desde a mínima intradiária observada em 15 de junho. Atualmente, esse contrato é negociado a 1.175 centavos de dólar por bushel.

A consultoria acrescentou que as cotações ao longo da semana ajudaram a garantir um desempenho positivo no acumulado do período.

Desempenho dos derivados e influência no mercado

A valorização dos derivados da soja, especialmente do farelo e do óleo, também tem contribuído para dar suporte ao complexo da oleaginosa. Esse movimento positivo nas cotações reflete uma maior demanda e pode impactar diretamente os preços futuros.

No entanto, os contratos futuros do milho tiveram um desempenho diferente na mesma bolsa. O vencimento para dezembro caiu 0,34%, fechando cotado a US 4,41 por bushel. Segundo a Granar, essa queda se deve à pressão exercida pela diminuição nos preços do petróleo, que afetou as expectativas de expansão das exportações de etanol com mistura E-15 nos Estados Unidos.

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Impactos no mercado do trigo

Os preços do trigo também sentiram o impacto negativo nas negociações. O contrato futuro para entrega em setembro encerrou o pregão com uma queda significativa de 1,95%, cotado a US 5,89 por bushel. A Granar apontou que a colheita avançada nos Estados Unidos e em outras regiões do Hemisfério Norte foi um fator determinante para essa desvalorização.

Além disso, as previsões de chuvas nas Grandes Planícies do Norte, particularmente em Dakota do Norte — o principal estado produtor de trigo de primavera — também influenciaram negativamente as cotações. A reabertura do Estreito de Ormuz trouxe mais pressão ao mercado ao provocar uma queda nos preços da ureia, um fertilizante essencial na produção agrícola.

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Com insumos mais acessíveis, os produtores podem optar por investir em tecnologia para aumentar a produtividade em vez de ampliar suas áreas plantadas. Essa mudança no foco dos agricultores também tende a pressionar os preços do cereal no curto prazo.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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