Frankfurt: governo alemão promete punição a saqueadores após 100 policiais feridos em protesto

Com 54 presos, entre 13 e 29 anos, o ministro do Interior de Hesse, Roman Poseck, diz que 1.300 policiais foram mobilizados e que 17 lojas foram danificadas.

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Pessoas saqueiam uma loja que vende armas durante um protesto nacional organizado pelo grupo de campanha “Gen Z regelt” (“A Geração Z assume o comando”) contra o subfinanciamento das escolas, os cortes na educação, nos serviços sociais, na cultura e na saúde, o aumento do custo de vida e o serviço militar obrigatório, em Frankfurt, na Alemanha, em 31 de outubro de 2026 | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Pessoas saqueiam uma loja que vende armas durante um protesto na...
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Ministros do governo alemão prometeram punições severas a saqueadores e manifestantes que danificaram lojas e feriram mais de 100 policiais em Frankfurt durante a madrugada. Ao mesmo tempo, elogiaram as forças de segurança por terem impedido que a violência se espalhasse.

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A cidade virou o principal foco de tensão no sábado (31), depois que milhares de pessoas se reuniram em dezenas de cidades alemãs. Os protestos foram organizados pelo grupo de campanha “Gen Z regelt” (“A Geração Z assume o comando”) e pediam melhor educação e redução do custo de vida.

Cinco lojas saqueadas e mais de 100 feridos em Frankfurt

No centro financeiro de Frankfurt, manifestantes encapuzados danificaram 17 lojas, e cinco delas foram saqueadas. A informação foi dada por Roman Poseck, ministro do Interior do estado de Hesse, a jornalistas no domingo (1º).

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Segundo Poseck, a polícia mobilizou 1.300 policiais, e mais de 100 ficaram feridos nos confrontos. A corporação prendeu 54 pessoas, com idades entre 13 e 29 anos.

“Estou chocado com o que vi, e não adianta amenizar a situação. Deixe-me deixar isso bem claro: as coisas não podem continuar assim”, disse o ministro.

Maioria dos detidos é alemã, diz ministro

Poseck afirmou que a maioria dos detidos tem nacionalidade alemã. Ele acrescentou, com base em informações da polícia, que muitos dos envolvidos nos distúrbios têm origem imigrante.

Ele também disse que a polícia trabalha, no momento, com uma estimativa de entre 1.000 e 1.500 agitadores violentos, em sua maioria de origem imigrante. Os agentes registraram janelas quebradas e o arremesso de coquetéis Molotov, pedras e garrafas contra as equipes de emergência.

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Dobrindt diz que responsáveis serão punidos e acusa grupos de extrema esquerda

O ministro do Interior alemão, Alexander Dobrindt, integrante da conservadora União Social Cristã, afirmou que os responsáveis serão identificados e responsabilizados. Ele atribuiu a “desordeiros da comunidade de imigrantes” a atuação em conjunto com extremistas de esquerda e outros grupos da extrema esquerda.

Dobrindt não apresentou provas para sustentar a acusação e não disse quais grupos teriam se juntado aos protestos. Na avaliação dele, a estratégia policial, com forte presença de segurança e mobilizações em vários locais, se mostrou eficaz.

Fronteiras foram reforçadas por receio de tumultos

Dobrindt contou que os controles de fronteira foram reforçados antes dos protestos. A preocupação, segundo ele, era que grupos extremistas do exterior pudessem usar as manifestações para incitar tumultos.

Na França, os protestos seguiram em grande parte pacíficos pelo terceiro fim de semana consecutivo. Os atos vêm após os distúrbios e saques de 17 de outubro, que causaram danos a lojas, prédios públicos e empresas.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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