Os goleiros que marcaram as Copas do Mundo desde 1994

A lista dos vencedores da Luva de Ouro vai de Preud’homme a Emiliano Martínez.

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Foto: Reprodução
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A importância do goleiro nas Copas do Mundo

A posição de goleiro carrega, em poucos jogos, o peso de uma Copa do Mundo inteira. Desde 1994, quando a FIFA começou a reconhecer oficialmente o prêmio de melhor goleiro, atualmente conhecido como Luva de Ouro, a lista de vencedores ajuda a narrar a história recente dos Mundiais através de momentos decisivos.

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O prêmio, que antes se chamava Lev Yashin, não existia antes do Mundial dos Estados Unidos.

A partir de 1994, cada edição do torneio teve um protagonista sob as traves, que nem sempre foi o campeão, mas quase sempre teve um papel crucial. O primeiro goleiro a receber o prêmio foi Michel Preud’homme, que se destacou pela Bélgica em 1994.

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Com 35 anos, ele participou de apenas quatro jogos, mas manteve uma média de um gol sofrido por partida, ajudando sua seleção a avançar até as oitavas de final. Sua atuação marcou a estreia do prêmio e reforçou a ideia de que o impacto é mais importante que a longevidade em um torneio curto.

Os goleiros que fizeram história

Quatro anos depois, Fabien Barthez se tornou sinônimo de segurança ao sofrer apenas dois gols em sete partidas, terminando com cinco jogos sem ser vazado, sendo fundamental na conquista do título francês. Sua eficiência estatística, com um gol sofrido a cada 342 minutos, ainda é lembrada como uma das melhores.

Em 2002, Oliver Kahn exemplificou um goleiro que carrega uma seleção nas costas. Com cinco jogos sem sofrer gols e apenas três bolas na rede em sete partidas, ele levou a Alemanha à final e foi eleito o melhor jogador do torneio, um feito raro para a posição.

A Copa de 2006 consolidou Gianluigi Buffon como um ícone de regularidade, ao sofrer apenas dois gols durante toda a campanha, um deles em um jogo decisivo, reforçando sua fama de liderança e consistência.

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O ciclo de domínio europeu

O domínio europeu continuou em 2010 com Iker Casillas, capitão da Espanha campeã, que também sofreu apenas dois gols em sete jogos e protagonizou uma defesa memorável na final contra a Holanda. Quatro anos depois, no Brasil, Manuel Neuer redefiniu o papel do goleiro moderno, atuando como líbero e participando ativamente da construção ofensiva, sendo fundamental na conquista do título alemão.

Na Copa de 2018, realizada na Rússia, Thibaut Courtois levou o prêmio, mesmo com números menos impressionantes, ao sofrer seis gols. Suas atuações em jogos decisivos, especialmente contra o Brasil, foram cruciais para que a Bélgica terminasse em terceiro lugar.

Já em 2022, no Catar, Emiliano Martínez viveu um roteiro de alta tensão, sofrendo oito gols, mas se destacando nas disputas de pênaltis, com três defesas ao longo do mata-mata, sendo decisivo na final contra a França e garantindo o título argentino.

A Redação Esportes reúne a cobertura do Clique Fatos sobre futebol brasileiro e internacional, competições e bastidores do esporte. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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