Goiás em Choque: Tragédia com Suicídios e Violência Vicária Contra Mulher Chocante!

Trágico caso em Goiás expõe violência vicária! Secretário Thales Machado comete suicídio e filhos são vítimas de manipulação. Descubra os detalhes chocantes.

17/02/2026 08:05

2 min

Goiás em Choque: Tragédia com Suicídios e Violência Vicária Contra Mulher Chocante!
(Imagem de reprodução da internet).

Caso Chocante em Goiás Revela Nova Modalidade de Violência Contra Mulheres

Um trágico evento em Itumbiara, Goiás, em fevereiro de 2026, trouxe à tona uma forma alarmante de violência doméstica: a chamada violência vicária. O caso envolveu o secretário de Governo da prefeitura local, Thales Machado, que tirou a própria vida, e o suicídio de dois de seus filhos, de 12 e 8 anos.

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A situação expõe uma dinâmica complexa, na qual um homem utiliza seus familiares para infligir dor e sofrimento à mulher com quem está envolvido, buscando, assim, puni-la ou controlá-la.

Segundo a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, Estela Bezerra, a violência vicária se manifesta quando um agressor utiliza crianças e adolescentes, frequentemente filhos, para infligir dor e sofrimento à vítima. Nesse caso, o secretário Machado construiu uma narrativa, postando nas redes sociais antes de tirar a própria vida, em que se colocava como vítima de traição e crise conjugal, responsabilizando a esposa pela situação. Ele executou os filhos e, por meio dessa narrativa, colocou a culpa sobre a mulher, como se ela fosse a responsável pelo seu sofrimento.

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Estela Bezerra enfatizou que a violência vicária é um problema sistemático, presente em diversas formas, desde situações sutis até casos mais explícitos, como o que envolveu o secretário de Itumbiara. Ela ressaltou que a principal característica dessa violência é a manipulação, na qual o agressor constrói uma narrativa para culpar a vítima, que, nesse caso, é a mulher. A mulher teve seus filhos assassinados e, na tragédia, a responsabilidade pela narrativa e pelo machismo recai sobre ela.

O Instituto Maria da Penha, uma organização não governamental que atua no enfrentamento à violência doméstica, confirmou que casos de violência vicária não são exceção. A organização explicou que essa forma de violência de gênero atinge mulheres por meio de crianças e adolescentes, quando filhos e filhas são usados como instrumentos de controle, punição ou chantagem. A ONG ressaltou que essa prática foi, por muito tempo, naturalizada, invisibilizada ou tratada como disputa privada, o que gerou sofrimento silencioso para as mulheres e impactou o desenvolvimento emocional das crianças e adolescentes.

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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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