Gerluce enfrenta tribunal em julgamento tenso: ética da sobrevivência em jogo!

A tensão no tribunal atinge seu ápice! Gerluce enfrenta um julgamento polêmico, enquanto Zenilda desmascara vilões. O que acontecerá na defesa?

12/05/2026 09:36

3 min

Gerluce enfrenta tribunal em julgamento tenso: ética da sobrevivência em jogo!
(Imagem de reprodução da internet).

A reta final promete momentos de alta tensão no tribunal

No antepenúltimo capítulo, que será exibido nesta quarta-feira (13), Gerluce (Sophie Charlotte) se sentará no banco dos réus para responder pelo controverso roubo da estátua. Acompanhada por seus aliados, a protagonista transformará o julgamento em um embate entre a rigidez da lei e a ética da sobrevivência.

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Com a presença de Joaquim (Marcos Palmeira), Misael (Belo), Júnior (Guthierry Sotero) e Viviane (Gabriela Loran), Gerluce tentará argumentar que o crime foi, na verdade, uma ação coletiva motivada pela necessidade. No entanto, ela enfrentará uma reação imediata da juíza (Ana Beatriz Nogueira). “Essa expressão pode ter amenizado a sua culpa… Mas do ponto de vista jurídico não é válida.

Ainda mais porque houve emprego de arma de fogo para intimidar as vítimas!”, esclarecerá a magistrada, deixando claro que não haverá “passada de pano” para os justiceiros da Chacrinha.

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Zenilda desmascara vilões durante a defesa

A advogada Zenilda (Andréia Horta) aproveitará a ausência de Ferette (Murilo Benício) e Arminda (Grazi Massafera), que estão foragidos, para enfraquecer a acusação. Ela destacará que os denunciantes são os verdadeiros criminosos por trás do esquema de remédios falsos. “A verdade é que o crime só passou a existir para eles quando as notícias sobre os remédios falsos começaram a surgir!

Quem são os verdadeiros criminosos aqui: quem expropria para salvar vidas ou quem mata lucrando?”, afirmará a advogada.

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O ponto alto do capítulo será o depoimento de Gerluce. Confrontada pelo promotor (Leopoldo Pacheco), a ex-cuidadora silenciará o tribunal com um discurso sobre a realidade da periferia e a luta pela saúde de sua mãe. “Desculpe, mas sei muito bem o nome do que fiz, e não é o senhor quem vai me convencer do contrário.

E o que a gente fez deu resultado. Tanto que os culpados pelas mortes do nosso povo agora andam escondidos por aí. Sei o que passei vendo minha mãe piorar a cada dia. E lhe digo uma coisa, doutor: não se acaba com a pobreza matando os pobres”, declarará a protagonista, emocionada.

Condenação e reviravolta no desfecho

Apesar do clamor popular na porta do fórum, a juíza manterá a rigidez e proferirá a sentença que abalará o grupo: os réus serão considerados culpados. A condenação encerrará o capítulo desta quarta em um clima de choque. No entanto, o público pode respirar aliviado: no episódio de quinta-feira (14), haverá uma reviravolta.

Devido às circunstâncias, a pena de prisão será convertida em prestação de serviços à comunidade, garantindo que os protagonistas permaneçam em liberdade para o grande final.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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