Gastos com construção nos EUA crescem em março, mas desafios à vista!

Recuperação dos Gastos com Construção nos EUA em Março
Os gastos com construção nos Estados Unidos apresentaram uma recuperação em março, impulsionados principalmente pelo aumento na construção de residências unifamiliares. No entanto, as taxas hipotecárias elevadas podem limitar ganhos futuros. O Departamento de Comércio divulgou nesta quinta-feira (7) que os gastos com construção subiram 0,6% em março, após uma queda de 0,2% em fevereiro.
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Economistas consultados pela Reuters esperavam um aumento de 0,2% para o mês.
Em comparação com o ano anterior, os gastos com construção avançaram 1,6% em março. O Departamento de Comércio está atualizando a divulgação dos dados de gastos com construção, após os atrasos provocados pela paralisação do governo federal no ano passado.
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Detalhes sobre os Gastos e Investimentos
Os gastos com projetos de construção privada aumentaram 0,8% em março, após uma queda de 0,2% em fevereiro. O investimento em construção residencial teve um crescimento de 1,7%, após um recuo de 0,1% no mês anterior. Os gastos com novos projetos de moradias unifamiliares cresceram 2,7%, embora a inflação esteja impactando as taxas de hipoteca, que permanecem elevadas.
Além disso, as construtoras enfrentam custos mais altos devido a tarifas.
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O investimento residencial tem apresentado uma queda contínua há cinco trimestres. Por outro lado, os gastos com unidades habitacionais multifamiliares, que representam uma fração do mercado imobiliário, aumentaram 0,3% em março. Já os gastos com estruturas privadas não residenciais, como escritórios e fábricas, caíram 0,2% em março, marcando nove trimestres consecutivos de contração, o período mais longo já registrado, apesar do aumento na construção de centros de dados para apoiar a inteligência artificial (IA).
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



