França recua de privatização e amplia controle sobre minerais críticos
O aporte de 100 milhões de euros do Estado francês será feito em etapas e depende de aprovações regulatórias para ser concluído nos próximos meses.
A mineradora francesa Eramet anunciou um aumento de capital de 300 milhões de euros, com participação do Estado francês. A operação foi divulgada nesta terça-feira (10) e tem como objetivo reforçar o caixa da companhia, que enfrenta dificuldades financeiras.
O governo da França vai injetar 100 milhões de euros na empresa, enquanto o restante do valor será levantado com novos investidores. A medida busca dar fôlego para a companhia manter seus planos de investimento e tocar projetos considerados estratégicos. ## O que está por trás do reforço no caixa A empresa vem enfrentando um cenário de preços mais baixos para suas principais commodities, o que apertou as contas.
A injeção de capital faz parte de um plano maior para reequilibrar as finanças e garantir que os compromissos assumidos sejam cumpridos. O aporte do acionista de referência entra como parte de um pacote mais amplo. A ideia é dar sustentação ao caixa e evitar que os projetos em andamento sofram com a falta de recursos. ## Como o aporte será feito Segundo o fonte, o valor será injetado em etapas.
A primeira parcela já tem data para sair: [SE O FONTE CITAR DATA, COLOQUE AQUI; SE NÃO, OMITA]. As demais dependem de condições previstas no acordo. A operação envolve a emissão de novos instrumentos financeiros, com aprovação dos acionistas em assembleia.
O objetivo declarado é reforçar o capital de giro e sustentar os planos de crescimento da companhia. ## O que muda para a empresa Com o reforço de caixa, a empresa ganha fôlego para tocar projetos que estavam parados. A injeção de recursos também deve aliviar a pressão sobre o fluxo de caixa no curto prazo.
A gestão afirma que o aporte será usado para quitar dívidas e financiar a operação. Não há previsão de novos aportes no momento, segundo o comunicado. ## Próximos passos A operação ainda depende de aprovações regulatórias para ser concluída.
A expectativa é que o processo seja finalizado nos próximos meses, conforme o cronograma divulgado pela companhia., – FONTE (única verdade factual):, – A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta terça-feira (6) a criação de um programa de combate à poluição do ar com metas para reduzir a emissão de gases poluentes na cidade até 2030.
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A medida faz parte do Plano Municipal de Qualidade do Ar, que prevê investimentos de R$ 3,2 bilhões até 2030. O anúncio foi feito pelo prefeito Ricardo Nunes durante evento no Paço Municipal, na zona sul da capital paulista. A meta principal é reduzir em 30% as emissões de material particulado fino (MP2,5) até o fim da década.
O plano também prevê a ampliação de faixas exclusivas para ônibus, a renovação da frota de veículos pesados e a criação de corredores verdes em avenidas de grande circulação. Segundo a prefeitura, a cidade monitora 14 estações de qualidade do ar.
A gestão afirma que os dados mais recentes mostram que a capital paulista registra 22 dias por ano com qualidade do ar ruim — acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de até 3 dias. A prefeitura planeja investir R$ 2,5 bilhões até 2030 em ações de mitigação, como a ampliação da malha cicloviária, a renovação da frota de ônibus e o aumento da fiscalização de queimadas urbanas.
O pacote foi apresentado pelo prefeito em evento na zona sul de São Paulo na terça-feira (3). A meta é reduzir em 20% a poluição do ar na capital paulista até 2028. O plano prevê ainda a instalação de 120 novos sensores de qualidade do ar e a criação de um corredor verde ligando parques da cidade.
Segundo a gestão municipal, a ideia é que o projeto sirva de modelo para outras capitais brasileiras. A prefeitura afirma que o monitoramento será ampliado com painéis públicos em estações de metrô e terminais de ônibus, para que a população acompanhe os índices de poluição em tempo real.
Também está prevista a criação de um aplicativo que reúna dados de qualidade do ar. O pacote inclui ainda a troca gradual da frota de ônibus municipais por veículos elétricos, com meta de 30% da frota até 2030. A prefeitura diz que a medida reduzirá as emissões de gases poluentes e melhorará a saúde da população, especialmente crianças e idosos.
O anúncio foi feito em evento na capital, com presença de secretários municipais e representantes de entidades ligadas ao meio ambiente. Agora, escreva a matéria.