Lula vence na Nova Zelândia, Austrália e China, mas Flávio lidera no Japão, Filipinas e Taiwan

Flávio Bolsonaro soma 69,3% contra 30,75% de Lula nos votos de Oceania, leste e sudeste asiáticos, segundo boletins de urna do TSE, sem totalização oficial.

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Urna

Na soma da Oceania com parte dos países do leste e sudeste asiáticos, incluindo China, Japão e Coreia do Sul, o senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 69,3% dos votos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou com 30,75% no segundo turno da eleição presidencial.

Os dados vão sendo divulgados ao longo do domingo (25).

Os números foram obtidos pela CNN a partir dos boletins de urna (BUs) publicados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no seu site de resultados. Como ainda não há totalização oficial, os percentuais refletem apenas as seções já apuradas no exterior.

Como o boletim de urna antecipa o resultado

Ao final da votação, cada urna eletrônica imprime um documento com a contagem de votos de cada candidato na seção onde funcionou. Esse papel é o boletim de urna.

Quando se somam os boletins de todas as seções de um país, dá para ter uma ideia do resultado antes que o TSE faça a totalização oficial e a divulgue.

Na Nova Zelândia, os boletins das cinco seções de Wellington, capital neozelandesa, saíram por volta de 1h50 (horário de Brasília). Ao longo da madrugada, também entraram os números da Austrália, do Japão, da Coreia do Sul, da China, de Singapura, de Hong Kong, de Taiwan, da Malásia e das Filipinas.

Flávio Bolsonaro lidera em cinco países

No Japão, Flávio Bolsonaro aparece com 80,08% dos votos, somando 28.538 contra 7.098 de Lula (19,92%). Nas Filipinas, ele tem 59%, com 39 votos, enquanto Lula registra 27 (40,91%).

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Em Taiwan, o senador teve 58%, com 130 votos, contra 94 de Lula (41,9%). Já na Malásia, os dados mostram Flávio com 51,76%, em 44 votos, e Lula com 51 votos (57,24%).

Em Hong Kong, a vantagem é menor: Flávio marcou 51,15%, com 133 votos, e Lula, 127 (48,85%).

Lula vence na Nova Zelândia, Austrália, China, Coreia do Sul e Singapura

Na Nova Zelândia, Lula teve 80,5%, com 418 votos, contra 101 de Flávio (19,5%). A Austrália deu 6.017 votos ao petista (64,5%), ante 3.465 do senador (36,5%).

Na China, Lula alcançou 73,7%, com 375 votos, e Flávio ficou com 134 (26,3%). Na Coreia do Sul, o petista somou 148 votos (64,35%), e o senador, 82 (35,65%). Em Singapura, a conta foi de 213 votos para Lula (63,78%) e 121 para Flávio (36,22%).

Quantos brasileiros podem votar no exterior

Segundo o TSE, 918 mil brasileiros que vivem fora do país estão aptos a votar este ano. Eles estão distribuídos por 186 cidades de 134 países.

O total representa um aumento de 31,82% em relação a 2022, quando cerca de 697 mil eleitores estavam habilitados a votar no exterior.

A diferença de fuso horário faz com que os primeiros votos sejam registrados antes mesmo da abertura das seções no Brasil. Na prática, o processo dura 29 horas, começando no sábado (24), às 16h, na Nova Zelândia, e terminando no Canadá, às 21h de domingo.

A votação no exterior costuma ocorrer das 8h às 17h no horário local. Depois da Nova Zelândia, as urnas abriram na Austrália e em países da Ásia na noite de sábado. Na madrugada e na manhã de domingo, os brasileiros que vivem na Europa começam a votar.

No Brasil, a votação começa às 8h do domingo, pelo horário oficial.

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