Flávio Bolsonaro prevê transição de dois anos no Bolsa Família para quem conseguir emprego

Beneficiários poderiam manter o pagamento por dois anos após conseguir emprego formal ou abrir um negócio e retornar ao programa se fossem demitidos no período.

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Bolsa Família

Daniella Marques, coordenadora de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em temas econômicos, afirmou que o Bolsa Família teria uma regra de transição de dois anos caso o candidato da direita seja eleito presidente da República. A proposta permitiria que beneficiários mantivessem o pagamento ao conseguir emprego formal ou abrir uma empresa.

Ao fim do período, quem permanecesse nessa situação por mais de 24 meses perderia o benefício. Se fosse demitido durante os dois anos, poderia retornar ao programa.

Beneficiário poderia voltar ao programa após demissão

“Vai ter regra de transição de dois anos para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada, e um retorno automático caso dê errado. As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Aquilo é uma proteção, mas é o início de uma jornada”, disse Marques em entrevista à CBN Bahia na segunda-feira (19).

A proposta prevê, portanto, que a entrada no mercado formal de trabalho ou a abertura de um negócio não interrompa imediatamente o pagamento. A perda do benefício ocorreria após mais de 24 meses nessa condição.

Marques é administradora e coordena a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em temas econômicos. A matéria estava em atualização.

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