Final Fantasy VII Remake Intergrade: Uma Surpresa no Nintendo Switch 2
Quando Final Fantasy VII Remake foi lançado em 2020, já era um feito técnico impressionante no PlayStation 4. Com a chegada da versão Intergrade, aprimorada no PS5 e no PC, o RPG da Square Enix elevou ainda mais sua qualidade visual e narrativa. Agora, em 2026, o remake desembarca no Nintendo Switch 2 e o resultado é, sem exageros, surpreendente.
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Uma Experiência Fluida e Impactante
Primeiramente, eu testei o jogo pela demo lançada, depois, recebi o jogo antecipadamente pela Square Enix e o impacto foi imediato: mesmo limitado a 30fps, Final Fantasy VII Remake Intergrade parece ter encontrado uma nova casa no console hÃbrido da Nintendo.
Tudo carrega com fluidez, seja em modo portátil ou no dock, com transições suaves, ausência de quedas de frame perceptÃveis e um visual que respeita o legado do jogo. Na verdade, eu diria que o visual é impressionante, provavelmente um dos mais bonitos que já vi no console da Nintendo.
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A cena de abertura ainda tem o mesmo peso dramático que conquistou jogadores há décadas, e agora, com gráficos modernos e a trilha clássica de Nobuo Uematsu remasterizada, esse impacto só cresce.
Detalhes que Fazem a Diferença
Entenda que, até então, os jogadores de Nintendo Switch 2 só tinham acesso ao jogo clássico, que está disponÃvel na eShop. Agora, é possÃvel ver um dos momentos mais memoráveis da história dos videogames recriada com gráficos lindos. Jogá-la no Switch 2, em qualquer lugar, beira o surreal.
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Uma das maiores surpresas é o nÃvel de fidelidade visual que a Square Enix conseguiu preservar nesta versão. Sim, há pequenas compressões em texturas de fundo quando olhadas bem de perto, mas nada que afete a experiência. Os modelos dos personagens, efeitos de luz e ambientações são de um capricho raramente visto em ports para hardware portátil.
Mesmo jogando apenas no modo portátil (que foi o que eu usei a maior parte do tempo), a sensação era de estar com um PlayStation 5 nas mãos e eu só tô falando do PlayStation porque toda minha experiência com o jogo até então tinha sido no PS5, ok?
Combate e Desempenho
O combate hÃbrido, parte ação em tempo real, parte estratégia, continua ágil, responsivo e elegante. Em nenhum momento houve sensação de downgrade forçado. Ao contrário: foi como revisitar o game com novos olhos.
Considerações Finais
Vale destacar que esta é a versão completa Intergrade, incluindo o DLC com a Yuffie, que adiciona ainda mais profundidade à trama e variedade ao gameplay. A ausência de um recurso de cross-save entre plataformas pode ser um ponto negativo para quem já jogou no PS4/PS5, mas o conforto de levar essa aventura para qualquer lugar ajuda a compensar.
E, sinceramente, ter a chance de jogar tudo de novo é algo pra comemorar, certo? Fiquei bastante feliz com o resultado.
Honestamente, jogar FF7 Remake no Switch 2 nos remete àquela sensação mágica que apenas os jogos first-party da Nintendo proporcionam no console. A Square Enix realmente conseguiu extrair o máximo do dispositivo. É o tipo de jogo que você simplesmente esquece que está rodando em um console portátil.
A imersão é total, a performance é sólida, e o impacto emocional, que é o verdadeiro coração deste remake, continua existindo.
Conclusão Final Fantasy VII Remake Intergrade no Switch 2 não é apenas um bom port. É um evento que finalmente chega um portátil e que resgata a grande história existente entre a Nintendo e os RPGs da Square Enix. Eu sei, este jogo foi lançado no PlayStation originalmente, mas os nintendistas tem um grande amor pela franquia e pelos RPGs, algo que eu tive a chance de conversar com Naoki Hamaguchi durante a BGS.
A experiência é fluida, linda e surpreendentemente fiel ao que vimos no PS5. Se você ainda não viveu essa jornada, essa é a versão ideal para começar, especialmente se valoriza o fator portabilidade. E mesmo para veteranos, revisitar Midgar com o Switch 2 nas mãos é uma experiência que renova a admiração por esse clássico reinventado.
