Fenaj registra alta de 12% em ataques a jornalistas e cobra proteção

Homens correspondem a 62% dos jornalistas agredidos, enquanto as mulheres somam 38% dos registros. O levantamento da federação também mostra que o Sudeste concentra a maior parte das ocorrências, com 45% do total. Em seguida aparecem o Nordeste (25%), o Sul (15%), o Centro-Oeste (10%) e o Norte (5%).
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Os números fazem parte de um balanço divulgado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) na quarta-feira (7). O levantamento considera casos ocorridos em 2025 e foi apresentado durante evento em Brasília.
Perfil das vítimas e regiões com mais casos
O que diz a entidade
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Fenaj afirmou que os dados reforçam a necessidade de políticas públicas de proteção à imprensa. A entidade também voltou a cobrar agilidade nas investigações de crimes contra jornalistas. “Os números mostram que a violência contra a imprensa segue em patamar preocupante”, disse o presidente da federação, em nota. “É preciso que os casos não fiquem impunes.” A entidade defende ainda a criação de um programa nacional de proteção a jornalistas, com atendimento prioritário a profissionais que cobrem temas sensíveis, como violência urbana e corrupção. Como o levantamento foi feito Os dados foram levantados pela própria federação ao longo do ano passado, com base em registros de casos relatados por profissionais de todo o país. O balanço considera ocorrências como agressões, ameaças e restrições ao trabalho de imprensa. O levantamento aponta que a maioria dos casos ocorreu durante a cobertura de protestos e de operações policiais. O texto cita ainda a necessidade de investigação rápida dos casos e punição dos responsáveis. A entidade afirma que vai apresentar os dados às autoridades e cobrar medidas de segurança. Não há, até o momento, previsão de novas ações públicas sobre o tema. Próximos passos A expectativa é que o levantamento sirva de base para discussões com órgãos de segurança e entidades de classe. A federação não informou prazos para novas medidas.
Fenaj registra aumento de 12% nas denúncias de violência contra jornalistas em 2025
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou um novo relatório apontando aumento de 12% nas denúncias de violência contra profissionais de imprensa em 2025. O levantamento registrou 310 casos no ano passado, contra 276 no ano anterior. O dado faz parte do relatório anual da entidade, apresentado na quarta-feira (7) em Brasília.
Entre os casos registrados, 45% envolvem agressões físicas, segundo a Fenaj. A entidade afirma que a maioria das ocorrências aconteceu durante a cobertura de protestos e manifestações políticas. Jornalistas de rua, principalmente fotógrafos e cinegrafistas, foram os mais atingidos.
Perfil das vítimas e regiões com mais casos
Homens correspondem a 62% dos jornalistas agredidos, enquanto as mulheres somam 38% dos registros. O levantamento da federação também mostra que o Sudeste concentra a maior parte das ocorrências, com 45% do total. Em seguida aparecem o Nordeste (25%), o Sul (15%), o Centro-Oeste (10%) e o Norte (5%).
Leia também
Os números fazem parte de um balanço divulgado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) na quarta-feira (7). O levantamento considera casos ocorridos em 2025 e foi apresentado durante evento em Brasília.
O que diz a entidade
A Fenaj afirmou que os dados reforçam a necessidade de políticas públicas de proteção à imprensa. A entidade também voltou a cobrar agilidade nas investigações de crimes contra jornalistas. “Os números mostram que a violência contra a imprensa segue em patamar preocupante”, disse o presidente da federação, em nota. “É preciso que os casos não fiquem impunes.” A entidade defende ainda a criação de um programa nacional de proteção a jornalistas, com atendimento prioritário a profissionais que cobrem temas sensíveis, como violência urbana e corrupção. Como o levantamento foi feito
Editoria:
Redação Clique Fatos
A Redação Clique Fatos assina a cobertura geral do portal. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



