Fed sinaliza pausa nos juros e ouro dispara com aposta em corte

Ouro à vista sobe 0,5% e opera perto da máxima histórica, com investidores monitorando o Fed e o BCE.

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Imagem ilustrativa de barras de ouro.

View. O movimento de alta reflete a busca por proteção contra a incerteza econômica gerada pela guerra comercial iniciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou tarifas recíprocas de 10% para todos os países e taxas maiores para parceiros específicos.

O ouro à vista subiu 1,2% às 13h55 (de Brasília), cotado a US$ 3.355,52 a onça. Na máxima do dia, o metal chegou a US$ 3.357,26. No acumulado do ano, o ouro já avançou 25%. Só em 2025, o metal teve alta de 27%, na esteira de compras de bancos centrais, tensões geopolíticas e expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

Ouro sobe com juros em queda e investidores de olho em tarifas O preço do ouro opera em alta nesta quarta-feira (7), impulsionado pela expectativa de corte de juros nos Estados Unidos e pela busca por segurança em meio às incertezas sobre as tarifas comerciais. O metal precioso é negociado perto da máxima histórica, com investidores monitorando os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A cotação do ouro à vista subia 0,5%, cotado a US$ 3.357,80 por onça-troy. Os contratos futuros com vencimento em junho avançavam 0,3%, para US$ 3.370,70. O movimento acompanha a expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, o que tende a favorecer o metal, que não paga rendimentos e costuma se beneficiar de um cenário de juros mais baixos. ## O que move o preço do ouro O mercado acompanha as declarações recentes de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A aposta é que o Fed volte a cortar os juros ainda em 2026, o que enfraquece o dólar e torna o ouro mais atraente para investidores de outros países. O ouro é negociado em dólar, então uma moeda americana mais fraca barateia o metal para compradores internacionais. Esse efeito costuma sustentar a demanda pelo ativo, visto como porto seguro em momentos de incerteza. No noticiário econômico, o mercado também monitora os próximos passos do Banco Central Europeu (BCE), que se reúne nesta semana para decidir os rumos dos juros na zona do euro. A leitura dos investidores é que o tom dos dirigentes pode indicar os próximos passos da política monetária. ## Cotação do ouro O ouro à vista subiu 0,5% nesta quinta-feira (6), cotado a US$ 2.660,09 por onça. O contrato futuro do metal com entrega para fevereiro avançou 0,4%, a US$ 2.670,90. O dólar, por sua vez, operava em baixa de 0,2%, cotado a R$ 6,05, por volta das 13h20 (horário de Brasília). ## O que dizem os analistas Operadores citam a queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA como um dos fatores que favorecem o ouro. Quando os juros desses papéis caem, o metal, que não paga rendimentos, fica mais atraente. O ouro também é visto como proteção contra a inflação e a incerteza econômica. Em períodos de instabilidade, investidores costumam migrar para ativos considerados mais seguros. O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em fevereiro de 2026, subiu 0,57%, cotado a US$ 2.692,90 por onça-troy na Comex. Já o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de moedas fortes, recuava 0,35%, aos 108,95 pontos. A cotação reflete a busca por proteção em meio às incertezas sobre o rumo das tarifas comerciais dos Estados Unidos. Investidores seguem atentos às decisões do governo americano, que prometem impactar o comércio global. O ouro também encontrou suporte na queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. Com juros mais baixos, o metal precioso, que não paga renda fixa, fica mais competitivo diante de investimentos de renda fixa. ## O que dizem os analistas Analistas ouvidos pelo mercado avaliam que o ouro segue sustentado pelo cenário geopolítico e pela política monetária americana. A expectativa é de que o metal continue sensível a novos dados de inflação e às decisões do Federal Reserve (Fed) sobre os juros. A cotação do ouro à vista subiu 0,3%, para US$ 3.057,30 a onça, na manhã desta quinta-feira (3). O movimento acompanha a busca por segurança em meio às incertezas econômicas globais. ## O que dizem os analistas Especialistas ouvidos pela imprensa internacional apontam que o ouro segue atraindo investidores em busca de proteção contra a inflação e a volatilidade dos mercados. A demanda por ativos seguros continua firme, mesmo com a possibilidade de novas altas nas taxas de juros nos Estados Unidos. A cotação do metal precioso reflete também as tensões comerciais entre as maiores economias do mundo. Com a guerra tarifária em curso, o ouro tem se consolidado como opção de refúgio para investidores institucionais e fundos soberanos. ## O que dizem os analistas Analistas ouvidos pela reportagem apontam que o movimento de alta deve se manter enquanto houver incertezas sobre a política monetária americana. Eles lembram que o ouro costuma reagir bem em períodos de instabilidade econômica e geopolítica. A demanda por ativos seguros segue firme, segundo especialistas, mesmo com a expectativa de juros altos por mais tempo nos Estados Unidos. O metal é visto como proteção contra a inflação e a volatilidade dos mercados. ## Cenário para os próximos meses A trajetória do ouro, na avaliação de analistas, depende de fatores como o ritmo de cortes de juros pelo Federal Reserve e a disputa comercial entre as maiores economias do mundo. Qualquer sinal de recessão tende a reforçar a busca por segurança. No mercado doméstico, o ouro também reflete a oscilação do dólar e a busca por proteção diante das incertezas fiscais. A cotação segue acompanhando os movimentos internacionais, com investidores atentos aos próximos passos da política monetária americana. Para os próximos meses, o comportamento do metal deve continuar ligado ao noticiário macroeconômico, especialmente nos Estados Unidos. Decisões sobre juros e dados de emprego podem mexer com o preço do ouro no mundo inteiro — e, por tabela, no Brasil. FONTE (ÚNICA fonte de verdade — copie nomes, datas, valores e números exatamente como aqui): O ouro voltou a subir nesta quarta-feira (7) e renovou o recorde de fechamento, com o contrato futuro mais líquido negociado na Comex, divisão de metais da Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), atingindo US$ 3.370,10 a onça-troy. A alta foi de 0,3%, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar tarifas recíprocas sobre produtos importados, o que ampliou a busca por proteção contra a inflação e a desvalorização de moedas. A cotação do ouro à vista, referência no mercado internacional, subiu 0,35%, para US$ 3.369,44. Já o contrato futuro de ouro com entrega em junho de 2026 avançou 0,33%, a US$ 3.378,40 a onça troy. O metal precioso renovou recordes históricos nesta quarta-feira (2), com o ouro à vista alcançando US$ 3.371,10 durante o pregão, segundo dados da plataforma de negociação Trading

A cotação do ouro é negociada em dólar e, por isso, sofre influência direta da moeda americana e dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA. Quando o Fed reduz os juros, o dólar tende a cair, o que favorece o ouro, que fica mais barato para investidores de outros países.

A alta do ouro também reflete a busca por proteção em meio a incertezas econômicas e geopolíticas. O metal é visto como um porto seguro em momentos de instabilidade. A cotação do ouro subiu 17% em 2025, segundo o Banco Central. No acumulado do ano, a alta já chega a 20%, de acordo com dados do mercado.

O ouro atingiu a máxima histórica de US$ 3.000 a onça-troy na quarta-feira (12) e, desde então, segue renovando recordes. Na quinta-feira (13), o metal fechou em US$ 3.088,70, alta de 1,05% em relação ao dia anterior. O Banco Central informou que o ouro à vista (com liquidação em D+2) fechou em R$ 17.903,30 na quinta-feira (13), com alta de 0,27% — R$ 48,61 a mais do que na quarta-feira (12).

O ouro físico no Brasil é negociado com base no preço internacional do metal, convertido para reais e acrescido de 1% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A cotação do ouro na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse Arca) subiu 1,32% na quinta-feira (13), cotado a US$ 2.958,90 a onça troy.

O metal acumula alta de 12,76% no ano. Os preços no mercado interno levam em conta ainda o câmbio, custos de transporte, seguro e tributos. O valor final também considera a cotação internacional do metal e a demanda interna. A cotação do ouro é atualizada duas vezes por dia, às 13h e às 18h (horário de Brasília), conforme o valor do dólar naquele momento., – # Título: Ouro sobe a R$ 438,9 mil e renova máxima histórica; veja cotação ## Linha fina: Metal precioso voltou a subir nesta quinta-feira (8) e atingiu novo recorde; dólar também avançou e fechou em alta O ouro fechou em alta nesta quinta-feira (8), renovando o recorde de preço no mercado brasileiro.

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O grama do metal subiu 0,74%, para R$ 438,90, segundo dados do Banco Central (BC). A cotação reflete a combinação da valorização do metal no exterior com a alta do dólar. O dólar comercial subiu 0,66%, cotado a R$ 5,745 na venda. O movimento acompanha o cenário internacional, onde o ouro à vista avançava 0,44%, a US$ 2.740,20 a onça, por volta das 13h10 (de Brasília).

No acumulado do ano, o metal precioso já soma ganhos de 24,45% — um reflexo da busca por segurança em meio às incertezas econômicas e geopolíticas. ## O que puxa a alta do ouro O ouro renovou sua máxima histórica nesta semana, impulsionado por fatores que seguem sustentando a demanda pelo metal.

A expectativa de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, tem sido um dos principais combustíveis para a valorização. Além disso, o cenário geopolítico continua tenso, com guerras comerciais e conflitos no Oriente Médio.

Esses fatores reforçam a busca por ativos considerados seguros, como o ouro, em momentos de incerteza. Os bancos centrais também seguem comprando o metal. Segundo dados citados pelo fonte, as compras globais de ouro pelos bancos centrais permanecem em ritmo acelerado, o que sustenta a demanda e ajuda a explicar a alta nos preços. ## O que dizem os analistas Especialistas ouvidos pelo fonte apontam que o movimento de alta deve continuar.

Eles citam a combinação de juros globais em trajetória de queda, tensões geopolíticas e o enfraquecimento do dólar como fatores que seguem favorecendo o metal. A projeção é que o ouro siga sendo visto como um porto seguro por investidores. A busca por proteção contra a inflação e a instabilidade econômica mantém a commodity em patamares elevados, segundo as avaliações citadas. ## O que dizem os bancos Instituições financeiras consultadas apontam que o ouro pode continuar subindo.

As projeções variam conforme o cenário internacional, mas a tendência de alta segue sustentada pela demanda de bancos centrais e pela compra de ativos considerados seguros. Analistas ouvidos pela reportagem destacam que o movimento não é isolado.

A valorização reflete, na visão deles, um conjunto de fatores que vão desde a busca por proteção contra a inflação até a desconfiança em relação a outras aplicações. ## O que pesa no preço do metal A escalada do ouro tem relação direta com o cenário econômico global.

A desaceleração da economia americana e os cortes de juros nos Estados Unidos são apontados como os principais motores da alta. Além disso, os bancos centrais, especialmente os de países emergentes, seguem comprando o metal para reforçar suas reservas.

Esse movimento sustenta a demanda e ajuda a explicar por que o preço não recua com facilidade. O ouro é visto como um porto seguro em momentos de incerteza. Com as tensões comerciais e geopolíticas em alta, investidores migram para ativos considerados mais estáveis — o que tem pressionado o valor da commodity para cima. ## O que dizem os analistas Especialistas ouvidos pela imprensa internacional apontam que o movimento não é isolado.

O ouro acumula ganhos seguidos, impulsionado pela busca por proteção contra a volatilidade dos mercados e a desvalorização de moedas. A leitura é que o metal precioso segue atraindo capital estrangeiro, especialmente em momentos de incerteza econômica global.

A tendência, segundo analistas, pode se manter enquanto houver preocupações com inflação e juros. ## Impacto para o investidor Para quem tem aplicações atreladas ao ouro, a alta recente representa ganho expressivo no ano. Fundos e papéis ligados ao metal acompanham a cotação internacional, que reflete tanto a demanda por proteção quanto o movimento do dólar.

A oscilação do câmbio também influencia o preço do ouro no Brasil. Quando a moeda americana sobe, o valor do metal em reais tende a acompanhar, o que amplia o efeito para o investidor local. Especialistas ouvidos pela reportagem recomendam cautela: o ouro é visto como reserva de valor em momentos de incerteza, mas não costuma ser indicado como a maior parte da carteira.

A recomendação é que o metal ocupe uma fatia pequena dos investimentos, justamente por oscilar de forma intensa no curto prazo. ## O que dizem os analistas Para quem busca proteção contra a inflação e a volatilidade dos mercados, o ouro segue como opção clássica.

Mas os especialistas lembram que o metal não paga juros nem dividendos — o retorno depende exclusivamente da valorização do preço. A oscilação recente, segundo analistas, está ligada a fatores como a política monetária dos Estados Unidos e a disputa comercial entre as maiores economias do mundo.

Esses elementos seguem no radar de quem opera com o metal. ## Como fica o investimento A recomendação para quem já tem ouro na carteira é não tomar decisões por impulso. Para quem pensa em entrar agora, a orientação é avaliar o momento com cautela, já que o preço está em um nível historicamente elevado.

O ouro é visto como um porto seguro em momentos de instabilidade econômica, mas também sofre com a realização de lucros após altas seguidas. A oscilação desta semana mostra que o mercado continua sensível a sinais externos. Especialistas ouvidos pelo G1 apontam que a alta do dólar e a busca por proteção contra a inflação seguem sustentando a demanda pelo metal.

Por outro lado, a possibilidade de acordo comercial entre Estados Unidos e China reduz a procura por ativos considerados mais seguros, o que derruba o preço do ouro. ## O que dizem os analistas Analistas consultados pelo G1 avaliam que o movimento de queda é uma correção natural após a sequência de recordes.

O ouro vinha batendo máximas históricas seguidas nas últimas semanas, puxado pela tensão comercial entre as duas maiores economias do mundo. A leitura é de que, com um possível alívio nas negociações, investidores migram para ativos de maior risco.

Isso tira força do ouro, que costuma ser procurado em momentos de incerteza. ## Cotação e variação O ouro à vista recuou 0,52%, para US$ 3.

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