Ex-presidente Lenín Moreno julgado e acusado de corrupção na usina hidrelétrica

Lenín Moreno julgado e acusado de corrupção envolvendo usina hidrelétrica; impacto para instituições equatorianas.

28/08/2026 19:52

3 min

O ex-presidente do Equador, Lenin Moreno. Foto: Rodrigo Buendia/AFP
O ex-presidente do Equador, Lenin Moreno. Foto: Rodrigo Buendia/...

A Justiça do Equador declarou culpado o ex – presidente Moreno nesta quarta – feira, dia 28 de maiojunho [data não especificada], em um complexo caso que investiga acusações graves de corrupção.

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O escândalo está diretamente ligado ao período da construção da maior usina hidrelétrica do país e envolve propinas supostamente recebidas pelo chefe de Estado durante a execução dos trabalhos pela empresa chinesa Sinohydro. O Ministério Público acompanhou os desdobramentos processuais até este ponto crucial para as instituições equatorianas.

Detalhes das Acusações: Corrupção na Usina Hidroelétrica

A investigação aponta o benefício pessoal obtido por Moreno em decorrência dessas transações ilícitas que ocorreram no âmbito do megaempreendimento energético, realizado com participação internacional significativa através da construtora sinamesa Sinohydro.

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Além da condenação formalizada contra ex – presidente, outros envolvidos também foram apontados pela Justiça. Um tribunal ligado à Corte Nacional de Justiça (CNJ), sediada em Quito, informou publicamente sobre a responsabilidade criminal de quatro indivíduos diferentes pelo crime classificado como “Suborno”.

Entre os nomes citados nesse relatório judicial está Lenín M., um dos processados cujas ações e ligações ao esquema corrupto estão sob análise das autoridades equatorianas neste momento histórico para o país.

A Pena Determinada: Pedido do Ministério Público

Embora Moreno tenha sido declarado culpado perante o sistema judiciário equatoriano nesta quarta – feira 28, as informações divulgadas até agora indicam que ainda não foi definida sua pena final. O processo segue em fase de determinação da sanção criminal cabível aos acusados principais.

Neste sentido, os representantes ministeriais já apresentaram seu pleito formal junto à Justiça. Segundo dados acompanhando a matéria judicialmente relevante no Equador, houve um pedido específico por parte do órgão ministerial pela prisão preventiva ou definitiva pelo período total de seis anos e seis meses para ex – presidente acusado.

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Implicações Políticas e Jurídicas

A condenação eleva o nível das acusações contra figuras políticas proeminentes na história recente equatoriana. O caso não se restringe apenas ao recebimento indevido; trata da manipulação institucional em função de grandes projetos estratégicos nacionais como é uma usina hidrelétrica dessa magnitude.

O envolvimento internacional via Sinohydro reforça a complexidade transnacional dos crimes investigados, exigindo cooperação jurídica entre diferentes jurisdições até que todos os detalhes do esquema sejam desvendados pela Justiça equatotorriana.

Enquanto Moreno aguarda definição sobre sua pena final após ser considerado culpado pelo crime cometido durante o período das obras e propinas supostas no megaempreendimento energético. O sistema judiciário equatoriano continua trabalhando para determinar as sanções cabíveis aos acusados em relação ao caso de corrupção.”

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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