Ex-governador Castro Surpreendido por Operação da PF e Refit Sob Investigações
Ex-governador do Rio, Claudio Castro, é alvo de operação da PF! 🚨 Mandados na residência e apreensão de dados. Investigação contra Refit aponta ocultação de
Ex-governador do Rio de Janeiro Reage à Operação da PF
A defesa do ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL), declarou nesta sexta-feira (15 de maio de 2026) ter sido pega de surpresa pela operação da Polícia Federal (PF), que investiga um conglomerado do setor de combustíveis, a Refit (antiga Refinaria de Manguinhos), sob suspeita de ocultação de bens, dissimulação de ativos e evasão de recursos para o exterior.
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A operação resultou em mandado de busca e apreensão na residência do ex-governador e apreensão de seus dispositivos eletrônicos, conforme reportado pelo portal G1.
Defesa Enfatiza Conformidade Legal
Em comunicado, a equipe jurídica de Castro informou que o ex-governador está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos e expressou sua convicção em relação à sua inocência. Os advogados ressaltaram que todas as ações tomadas durante sua gestão seguiram rigorosamente os critérios técnicos e legais, incluindo a política de incentivos fiscais do estado, que obedece a normas específicas e análises técnicas.
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A defesa também destacou que a gestão Castro foi a responsável por negociar o pagamento de dívidas da Refit ao estado, totalizando quase R$ 1 bilhão em parcelas.
Investigações e Alertas Internacionais
A operação da PF, ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, resultou na execução de 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública em diversas cidades do Brasil, incluindo o Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal.
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Além de Castro, outros alvos da investigação são o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, e o ex-procurador do Estado do Rio, Renan Saad. O STF decretou a inclusão do nome de Magro na Difusão Vermelha da Interpol, um alerta para sua localização e possível extradição.
Ações da Procuradoria Geral do Estado
Os advogados de Castro apontam que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) promoveu diversas ações contra a Refit ao longo da gestão, demonstrando o compromisso em garantir o pagamento das dívidas da empresa com o estado. No entanto, o parcelamento das dívidas foi suspenso pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em decisão de agravo de instrumento.
A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades das empresas investigadas.