Ex-deputado divulga presença no jogo da Copa do Mundo nos EUA

O ex – deputado federal PL divulgou em seu perfil no Instagram que compareceu ao jogo da Copa do Mundo de 2026 na última segunda – feira, dia 29/junho/2026.
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Ele assistiu à partida entre as seleções brasileira e japonesa, realizada no NRG Stadium, localizado em Houston (EUA). O deputado também compartilhou fotos com o jornalista esportivo Thiago Asmar, conhecido como Pilhado; um dos registros mostrava bandeiras dos dois países estendidas sobre o gramado.
No vídeo postado por Eduardo, ele escreveu a frase “Saudades…”.
A participação nas Copas exige logística complexa
O jogo de Brasil contra Japão foi parte do mata – mata das quartas de final da Copa Mundial 2026. A seleção carioca venceu pela segunda vez nos confrontos eliminatórios e tem data marcada para disputar as oito primeiras partidas no próximo domingo, dia 5 de julho.
Vale lembrar que eventos mundiais como este são organizados com fins lucrativos pelo âmbito privado; é uma realização bienal promovida pela Fifa através de classificações por meio de etapas preliminares internacionais.
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Contexto político: Autoexílio após condenação em junho/2026
A viagem dos Estados Unidos não foi um evento isolado na vida do ex – deputado Eduardo. Ele se encontra fora do Brasil desde fevereiro de 2025, período durante o qual ele alegou ter precisado buscar refúgio devido a perseguição política no país natal.
Em meados de junho de 2026, houve avanços significativos sobre sua situação legal. O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Eduardo à pena de quatro anos e dois meses de prisão semiaberta pelo crime cometido por coação dentro da tramitação processual envolvendo seu pai, que é deputado federal PL.
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Além dessa condenação judicial em curso na época, foram confirmadas outras consequências: perdeu também o cargo oficial de escrivão junto à Polícia Federal e tornou – se inelegível; ele afirmou publicamente aceitar a decisão do tribunal.
A Copa Mundial não tem vínculo com governo brasileiro
É importante notar como funciona a organização esportiva global. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) detém total autonomia para definir quem será tanto treinador quanto os atletas “convocados” pela seleção brasileira no torneio mundial.
Essa entidade é classificada legalmente como uma corporação privada, sem qualquer ligação ou influência direta vinda da esfera governamental federal em Brasília. Assim sendo, o país que participa na competição internacional nunca é determinado pelo Estado; ele representa apenas um time escolhido por essa instituição particular e voltado ao interesse comercial do marketing.
Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



