EUA e Ucrânia registram “progresso significativo” em reunião de terça-feira na Noruega

Witkoff levará as propostas a Putin, enquanto as equipes discutem garantias de segurança, reconstrução econômica e os próximos passos para encerrar a guerra.

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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Mar-a-Lago.
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Os Estados Unidos e a Ucrânia registraram “progresso significativo” nas conversas realizadas na terça-feira (20), na Noruega, entre o presidente Volodymyr Zelensky e Steve Witkoff, enviado do presidente Donald Trump para assuntos externos. Uma autoridade americana disse que os dois lados estão alinhados sobre os próximos passos.

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As equipes discutiram propostas ucranianas e pontos de uma possível estrutura de paz, que inclui garantias de segurança, desenvolvimento econômico após a guerra e uma arquitetura de segurança europeia. Witkoff seguirá para a Rússia para se reunir com o líder Vladimir Putin.

Conversas trataram de garantias e reconstrução

Durante o encontro, a Ucrânia apresentou “novas ideias e propostas”, debatidas em detalhes, segundo a autoridade americana. Os dois lados estão em “forte alinhamento, em nível de trabalho”, sobre como avançar.

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“As equipes estão trabalhando muito bem juntas, com um compromisso compartilhado de encontrar soluções práticas para encerrar a guerra”, afirmou a autoridade. O tom positivo contrasta com o desgaste público recente na relação entre Trump e Zelensky.

As discussões incluíram garantias de segurança de longo prazo para a Ucrânia e um plano de prosperidade e desenvolvimento econômico para o período pós-guerra. Também abordaram uma arquitetura de segurança europeia mais ampla, com foco em estabilidade duradoura.

Witkoff seguirá para reunião com Putin

Witkoff viajará à Rússia para discutir as propostas com Vladimir Putin. Jared Kushner, genro de Trump e participante dos esforços de paz, está com gripe e participará remotamente.

O objetivo da viagem é consolidar o avanço obtido com a Ucrânia e a Europa, apresentar as propostas à Rússia e abrir caminho para negociações diretas, em formato trilateral ou em um contexto multilateral mais amplo, afirmou a autoridade americana.

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