EUA investem US 700 mi em reforma de base militar na Groenlândia

A reforma da pista de emergência da Base Aérea de Thule, no Ártico, integra o esforço dos EUA para modernizar a infraestrutura militar na região.

A bandeira da Groenlândia tremula sobre casas em 17 de janeiro de 2026 em Nuuk, Groenlândia. Líderes da Groenlândia

A Base Aérea de Thule, uma das instalações militares mais remotas do planeta, está passando por uma grande reforma no norte da Groenlândia. O trabalho, que começou em junho de 2023, deve ser concluído em 2026 e envolve a recuperação de uma pista de pouso usada para pousos de emergência.

A reforma é conduzida pelo Comando de Engenharia e Instalações da Marinha dos Estados Unidos, que administra a base em nome do Departamento de Defesa. A pista, que fica no Ártico, é essencial para a logística da região, mas o projeto não é barato: o custo estimado é de entre US600 milhões e US 700 milhões.

Aqui está a matéria reescrita, seguindo todas as instruções:

O que está sendo reformado na base no Ártico

O contrato, anunciado em março de 2023, prevê a restauração de uma pista de pouso para pousos de emergência e também a construção de um novo pátio para estacionamento de aeronaves. A obra começou em junho de 2023, e a conclusão está prevista para 2026, segundo o comando militar.

O trabalho é feito por empreiteiras dos Estados Unidos, que atuam em uma das regiões mais inóspitas do mundo. As condições climáticas extremas e o gelo marinho exigem planejamento logístico complexo, com entregas de materiais feitas por navios e aviões em janelas curtas de tempo.

Por que a pista de emergência é estratégica

A pista em reforma serve para pousos de emergência, o que significa que aviões podem usar a estrutura em situações de contingência, como desvios de rota ou falhas mecânicas. A base, que já foi um ponto – chave da Guerra Fria, hoje tem um papel diferente, mas ainda relevante para o controle do Ártico.

Com o derretimento do gelo, a região ganhou importância militar e comercial, e os Estados Unidos têm investido em infraestrutura local. A reforma em Thule é vista como parte desse esforço de modernização, embora o Pentágono não tenha divulgado detalhes sobre o uso futuro da pista.

Presença militar encolheu na Groenlândia

O tamanho da operação em Thule já foi bem maior. Durante a Guerra Fria, a base chegou a abrigar centenas de militares e aeronaves de combate. Hoje, o efetivo é reduzido: cerca de 150 militares americanos permanecem no local, além de funcionários dinamarque ses e civis.

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A base aérea, que fica a cerca de 1.200 quilômetros do Polo Norte, é uma das poucas estruturas militares dos Estados Unidos na região. A reforma atual deve garantir que a pista continue operacional por mais décadas, mesmo com o aumento do tráfego aéreo no Ártico.