EUA farão consultas públicas antes de sanções ao Brasil; prazo vai até 15 de julho

Consultas públicas dos EUA podem adiar sanções ao Brasil. O governo brasileiro tem até 15 de julho para negociar e evitar punições. Saiba mais!

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Foto: Getty Images

Consultas públicas antes da aplicação de sanções pelos EUA

Apesar da recente decisão, a implementação das medidas não ocorrerá de forma imediata. De acordo com o documento divulgado pelo USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) na noite de segunda-feira (1º), o governo americano realizará consultas públicas e audiências antes de adotar qualquer sanção ou medida definitiva.

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos agendou uma audiência sobre a ação proposta para o dia 6 de julho. O prazo final para a definição e aplicação das “medidas corretivas” contra o Brasil é 15 de julho. Conforme antecipado pela CNN, há a possibilidade de uma nova sanção dos EUA.

A expectativa do Palácio do Planalto era de que uma recomendação para punição fosse emitida, mas sem uma aplicação imediata. Assim, o governo brasileiro terá pouco mais de um mês para tentar negociar com os EUA a suspensão ou a não aplicação das sanções às importações brasileiras.

Na manhã de terça-feira (2), foi realizado um encontro para discutir possíveis ações em resposta ao documento divulgado. A reunião, que contou com a presença de diversos ministros de Estado, não estava prevista na agenda das autoridades. O governo esperava a participação do ministro da Fazenda, Dario Durigan, do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Marcio Elias, do MPO (Ministério do Planejamento e Orçamento), Bruno Moretti, da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães (PT), e do ministro da Secom (Secretaria de Comunicação), Sidônio Palmeira.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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