Estados Unidos intensificam ataques aéreos contra o Irã em operação autorizada por Donald Trump

A intensificação dos ataques aéreos dos EUA contra o Irã, autorizados por Donald Trump, eleva as tensões no Oriente Médio e gera condenações globais.

O Comando Central dos EUA divulgou imagens que, segundo afirmam, mostram ataques a sites de radar de vigilância costeira do Irã, com uma legenda informando que interceptaram múltiplos mísseis balísticos iranianos e drones lançados em direção ao Estreito de Ormuz e ao Golfo

Os ataques aéreos dos Estados Unidos contra o Irã se intensificaram, com duração superior a três horas, segundo uma autoridade americana. Esse tempo é considerado relativamente longo se comparado a operações recentes. O Comando Central dos EUA anunciou que os bombardeios começaram por volta das 18h (horário de Brasília) do domingo, 12 de dezembro de 2026.

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A ação visa “reduzir a capacidade do Irã de atacar livremente marinheiros civis e navios comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz”. O presidente Donald Trump autorizou os ataques como forma de punir as forças iranianas.

A mídia estatal iraniana reportou que os ataques resultaram em pelo menos uma morte e duas pessoas feridas no sul do país. A agência Tasnim informou que todas as vítimas eram funcionários da empresa de telecomunicações da província. Relatos anteriores da agência Fars indicaram que os bombardeios ocorreram na cidade portuária de Bandar Abbas e na Ilha Qeshm, localizadas na província de Hormozgan.

Os moradores relataram ter ouvido explosões provenientes da região leste de Bandar Abbas e da vila de Mesen.

Ação militar e repercussões

O Comando Central dos EUA enfatizou que a operação foi planejada para proteger a navegação comercial na área, um ponto crítico devido ao tráfego intenso no Estreito de Ormuz, que é vital para o transporte global de petróleo. As forças americanas afirmam que essas ações são necessárias para manter a segurança marítima.

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As reações ao ataque foram rápidas, com autoridades iranianas convocando reuniões emergenciais. O governador da Ilha Qeshm, Hossein Amir – Teymouri, declarou à agência IRNA que entre 10 e 11 projéteis “inimigos” atingiram a região. Essa escalada nas hostilidades levanta preocupações sobre uma possível intensificação do conflito na área, especialmente com o aumento das tensões entre os dois países nos últimos meses.

Impacto regional e internacional

Os ataques geraram uma onda de condenação internacional, com vários países expressando preocupação sobre as consequências para a estabilidade na região do Oriente Médio. Analistas apontam que essa situação pode desencadear um ciclo vicioso de retaliações entre os dois países.

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A comunidade internacional observa atentamente o desenrolar dos eventos, ciente de que qualquer escalada adicional pode ter repercussões significativas não apenas para o Irã e os Estados Unidos, mas também para outros países envolvidos nas dinâmicas geopolíticas da região.