Erdogan e Steinmeier discutem guerra no Oriente Médio e seus impactos na Europa

Erdogan e Steinmeier discutem a guerra no Oriente Médio e seus impactos na Europa. Entenda como a Turquia busca uma paz duradoura em meio ao conflito.

23/04/2026 02:21

2 min

Erdogan e Steinmeier discutem guerra no Oriente Médio e seus impactos na Europa
(Imagem de reprodução da internet).

Conversa entre Erdogan e Steinmeier sobre a guerra no Oriente Médio

O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, conversou por telefone com o presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, nesta quarta-feira (22). Durante a ligação, Erdogan afirmou que a guerra no Oriente Médio está “começando a enfraquecer a Europa”.

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Ele alertou que, se essa situação não for abordada com uma estratégia voltada para a paz, os danos decorrentes do conflito poderão ser ainda mais severos.

Ao discutir os conflitos no Irã e na Ucrânia, Erdogan destacou que a Turquia está empenhada em encerrar as hostilidades por meio de negociações, buscando uma paz duradoura. A comunicação foi divulgada em um comunicado da imprensa turca.

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Posição dos EUA sobre o cessar-fogo com o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou desinteresse em prorrogar o cessar-fogo com o Irã além do novo prazo que se encerra nesta quarta-feira (22) à noite. Em entrevista ao programa “Squawk Box” da CNBC, Trump declarou: “Não quero fazer isso”.

Ele ressaltou que o tempo é limitado, pois, uma vez que as partes cheguem a um acordo, elas já terão recebido o sinal verde para prosseguir.

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Fontes informaram que o governo americano não pretende estender o cessar-fogo indefinidamente, evitando assim que o Irã tenha mais tempo para prolongar as negociações. Assessores de Trump acreditam que há divisões na liderança iraniana, o que dificulta um consenso sobre a posição a ser adotada para finalizar um acordo, conforme relatado anteriormente pela CNN.

A decisão do presidente americano, conforme ele mesmo descreveu, reflete o desejo do governo de resolver a guerra por meios diplomáticos, além de sua relutância em retomar ações militares.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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