Eleições 2026: entenda a regra que define quando a disputa vai ao segundo turno

O calendário das eleições gerais de 2026 já está definido e aprovado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A votação do primeiro turno ocorre em 4 de outubro, e, se necessário, o segundo turno será realizado no dia 25 do mesmo mês. A data foi confirmada em março deste ano pela corte eleitoral.
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No dia 4 de outubro, o eleitor vai à urna eletrônica para fazer seis escolhas. Os cargos em disputa são: deputado federal, deputado estadual, senador (primeira e segunda vagas), governador e presidente da República. Já no primeiro turno, os deputados federais e estaduais são definidos.
Para os cargos de presidente, governador dos estados e do Distrito Federal, a disputa pode se estender para o segundo turno, caso nenhum candidato atinja a maioria absoluta dos votos válidos na primeira rodada.
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Como funciona a regra da maioria absoluta
De acordo com a Constituição, o que define a necessidade de um segundo turno é o critério da maioria absoluta dos votos. Esse princípio vale para os dois turnos do sistema eleitoral brasileiro. Na prática, para ser eleito, o candidato não basta ter mais votos que os adversários — ele precisa alcançar mais da metade dos votos válidos, excluindo os brancos e nulos.
Se no primeiro turno algum candidato atingir esse percentual, ele é considerado eleito na hora, e a disputa pelo cargo se encerra. Caso contrário, os dois candidatos mais votados vão para a segunda rodada, marcada para 25 de outubro. Esse cenário é o mais comum nas eleições para presidente e governador nos últimos anos.
E se o candidato desistir ou morrer antes do segundo turno?
O TSE lembra que a Constituição também prevê uma regra específica para casos excepcionais. Se houver morte, desistência ou impedimento legal de um dos candidatos antes do segundo turno, a regra muda. Nessa situação, é convocado o candidato remanescente que obteve a maior votação no primeiro turno entre os que ainda estão na disputa.
A medida serve para garantir que o critério da maioria absoluta seja sempre respeitado, mesmo em circunstâncias imprevistas. Com isso, o processo eleitoral mantém a lisura e a representatividade, evitando que uma vaga fique sem disputa ou que o eleitor seja surpreendido por uma mudança de última hora sem amparo legal.
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Autor(a):
Sofia Martins
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.



