Eduardo Paes revela pressões políticas e ameaças na sucessão do governo do Rio de Janeiro

Eduardo Paes revela pressões políticas e ameaças no Rio de Janeiro, envolvendo o vice-governador Thiago Pampolha e disputas pela sucessão. Entenda!

Eduardo Paes Denuncia Pressões Políticas no Rio de Janeiro

O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), revelou que enfrentou pressões políticas, ameaças e propostas de cargos durante a crise sucessória no estado. Em uma publicação, Paes alegou que o grupo ligado ao governo de Cláudio Castro (PL) teria tentado interferir na sucessão, buscando afastar o vice-governador, Thiago Pampolha, para facilitar mudanças na liderança do estado.

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Segundo Paes, “iniciaram a missão fazendo pressões e ameaças ao vice-governador e aos negócios do pai dele”. Ele acrescentou que, “sem que as pressões surtissem efeito, a cúpula partiu para um misto de agressividade com ameaças e um jogo de ofertas: uma vaga no TCE e o comando da Cedae”.

O ex-prefeito também mencionou que, “depois de muita pressão e esgotado com o jogo pesado, o jovem vice-governador entendeu por bem ouvir os apelos do pai e aceitou o acordo”.

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Cenário de Crise Institucional

Essas declarações surgem em um momento de crise institucional no Rio de Janeiro, caracterizada por disputas sobre a linha sucessória e questionamentos judiciais sobre quem deve assumir o Executivo. O impasse chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal), onde o PSD contesta tentativas de mudança na ordem sucessória, após movimentações na Assembleia Legislativa do Rio.

Diante desse cenário, Paes tem intensificado suas declarações, defendendo a realização de eleições diretas para a escolha do novo governador. Em outra postagem, ele afirmou que a crise política no estado é fruto de disputas internas por poder.

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A CNN Brasil entrou em contato com Thiago Pampolha e Cláudio Castro em busca de comentários sobre as afirmações de Eduardo Paes e aguarda uma resposta.