Eduardo Corrêa analisa futuro da categoria 212 no Mr. Olympia e sua evolução no fisiculturismo

Eduardo Corrêa analisa a categoria 212 do Mr. Olympia e revela preocupações sobre sua competitividade. O que ele espera para o futuro dessa divisão?

02/05/2026 18:21

2 min

Eduardo Corrêa analisa futuro da categoria 212 no Mr. Olympia e sua evolução no fisiculturismo
(Imagem de reprodução da internet).

Eduardo Corrêa comenta sobre a categoria 212 no Mr. Olympia

Eduardo Corrêa, vice-campeão da 212 no Mr. Olympia 2014 e um dos principais nomes do fisiculturismo brasileiro, declarou à CNN que a categoria tem perdido espaço para a Open. Ele acredita que a divisão atualmente carece de mais rivalidade e competição.

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Com 44 anos, o atleta catarinense possui o recorde brasileiro de participações no Olympia, conhecido como a “Copa do Mundo” do fisiculturismo, com um total de nove participações. A edição deste ano está programada para ocorrer entre os dias 24 e 27 de setembro, em Las Vegas, EUA.

Na categoria 212, os competidores apresentam um físico com maior volume em comparação ao Classic Physique, destacando uma definição muscular superior. Contudo, o peso dos atletas não pode ultrapassar 212 libras (96 kg). Corrêa é conhecido como “Super Sliced”, um apelido que reflete sua excelente condição física nos palcos.

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A divisão foi iniciada na liga profissional em 2008 sob o nome “202 Showdown” e foi renomeada para “212” em 2012, permitindo que competidores com menor altura e peso possam competir de maneira mais justa.

Transição e futuro da categoria

“Na minha época, eu com 1,69 e meio, já era considerado alto para a categoria. Eu sabia que a divisão passaria por um processo de transição, onde veríamos cada vez mais atletas de baixa estatura. Isso realmente aconteceu, como é o caso de Shaun Clarida e outros grandes nomes, incluindo alguns brasileiros como Lucas Garcia”, relembrou Corrêa.

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Os critérios técnicos avaliados na categoria 212 incluem volume muscular, definição, proporção, simetria, apresentação geral e a habilidade de destacar todos os grupos musculares de forma equilibrada. Corrêa, que participou das edições do Olympia em 2009, 2010, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2019 e 2022, fez parte da “era dourada” da categoria, competindo ao lado de atletas como Flex Lewis.

Ele expressou sua preocupação com a fase de transição da 212 e espera que a divisão continue a existir no cenário competitivo.

Retorno aos palcos e expectativas

Antes de se aposentar, o brasileiro conquistou o MuscleContest Fit Pira, após um afastamento de três anos devido a uma lesão, e conseguiu se classificar para o Mr. Olympia. Em sua última participação, em 2022, Corrêa terminou em décimo sexto lugar, não conseguindo repetir suas colocações anteriores. “Espero que a categoria permaneça, pois alguns eventos já extinguiram a 212.

No Mr. Olympia, mesmo não sendo uma categoria que gera tanto hype, o nível é muito elevado. Muitos atletas têm potencial para competir na Open sem dificuldades”, concluiu.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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