Diddy volta ao convívio com outros presos em nova prisão; menor lotação facilita sua segurança
Sean “Diddy” Combs deixou o isolamento e passou a conviver com a população geral da FCI Allenwood, na Pensilvânia, para onde foi transferido na semana passada. O rapper americano saiu da prisão de Fort Dix, em Nova Jersey, e cumpre ali o restante da pena.
A informação foi dada ao TMZ por José Rojas, secretário do sindicato que representa os funcionários do Departamento Penitenciário Federal. Segundo ele, Diddy está em regime semiaberto. Antes, o artista estava na solitária por suposto mau comportamento.
Prisão menor facilita a segurança de Diddy
A nova unidade abriga hoje cerca de 1.100 detentos, Diddy incluído. Fort Dix tinha aproximadamente 4.000 presos, e a população menor torna mais simples garantir a segurança do rapper.
A preocupação não é à toa. Uma fonte já havia contado ao tabloide que Diddy foi hospitalizado depois de brigar com outro presidiário.
Juda Engelmayer, representante do artista, comentou a mudança ao TMZ: “Se essa informação for verdadeira, ficamos satisfeitos em saber que Sean retornou à população carcerária geral. Sua segurança e bem-estar são sempre importantes para nós, mas não temos nenhum motivo para acreditar que ele esteja em risco. Esperamos que cumpra sua pena em segurança, sem interrupções”.
Celulares, bebidas e massagens em Fort Dix
Diddy passou quase um ano em Fort Dix. Lá, segundo os relatos, teria acesso a celulares e bebidas alcoólicas contrabandeados, além de refeições sofisticadas e massagens feitas por outros detentos.
As brigas com outros presos o levaram à Unidade de Habitação Especial, destinada a internos problemáticos, e a idas e vindas para a solitária.
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Procurado pelo tabloide, o Departamento Penitenciário Federal não deu detalhes. “Por motivos de privacidade, segurança e proteção, não comentamos as condições de confinamento de nenhum indivíduo sob nossa custódia, incluindo a alocação de alojamentos”, afirmou o órgão em nota.
Defesa tenta anular pena de 50 meses
O rapper cumpre 50 meses de prisão, ou 4 anos e 2 meses, por duas acusações de transporte para fins de prostituição. A condenação saiu em Nova York, em 2025.
No julgamento, o empresário foi absolvido das acusações mais graves, que incluíam tráfico sexual e extorsão mediante conspiração.
A defesa recorre da decisão para tentar derrubar a sentença. Os advogados afirmam que as relações sexuais foram consensuais e consideram a pena desproporcional.
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