Deputados da Oposição em Crise: Suspensão de Mandatos em Votação Urgente!

Conselho de Ética da Câmara Vota em Suspensão de Mandatos de Três Deputados
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados realizará nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, a votação do parecer que recomenda a suspensão do mandato de três congressistas da oposição por dois meses. A decisão foi motivada por um incidente ocorrido em agosto de 2025, conforme determinado pelo plenário da Câmara.
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O deputado federal (Novo-RS) classificou o pedido de afastamento como uma “perseguição sem fim”, utilizando suas redes sociais para expressar sua indignação. O formulário de cadastro e alertas grátis do Poder360 está em conformidade com os termos da LGPD.
Além do deputado mencionado, os deputados (PL-MS) e (PL-SC) também estão sob avaliação. O relator do caso, deputado (União Brasil-CE), apresentou o relatório na semana passada, justificando a medida como necessária para reafirmar que o Parlamento não tolerará condutas que visem interromper o processo legislativo.
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Detalhes do Incidente
Segundo documentos analisados, o deputado Pollon teria se posicionado na cadeira da Presidência, bloqueando o acesso e impedindo a subida do presidente à cadeira. O deputado Zé Trovão teria, por sua vez, impedido fisicamente a subida do presidente.
O julgamento está programado para começar às 12h desta terça-feira.
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“Estamos sofrendo uma perseguição”, declarou o deputado em seu perfil no Instagram, agradecendo o apoio recebido. Ele enfatizou a necessidade de “muita mobilização” para evitar a suspensão do mandato, argumentando que o grupo defende o Parlamento contra interferências do Supremo Tribunal Federal.
O deputado será defendido pelo advogado Jeffrey Chiquini durante o julgamento. A situação remete ao episódio ocorrido nos dias 5 e 6 de agosto de 2025, quando um grupo de congressistas da oposição ocupou o plenário principal da Câmara por mais de 30 horas.
O protesto, motivado pela prisão domiciliar do ex-presidente (PL), interrompeu o funcionamento normal da Casa e dificultou o trabalho do presidente da Câmara, (Republicanos-PB), que só conseguiu retomar as atividades após negociações com a base governista e aliados de Bolsonaro.
O presidente da Câmara alertou para que o impedimento do funcionamento da Casa poderia resultar na suspensão de mandatos.
A Corregedoria da Câmara classificou as condutas como graves, configurando desrespeito à autoridade da Mesa e afronta à institucionalidade do Legislativo. Além dos três processos em votação, a direção da Câmara já havia aplicado censura escrita a todos os 14 envolvidos no incidente.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



