Deputada reforça luta das mulheres no Rio de Janeiro
Deputada lança ofensiva por igualdade no Rio de Janeiro, honrando legado comunitário e fortalecendo luta contra desigualdades.
O 2º Encontro de MulheresLaudilane Neto reuniu na última terça – feira (30) diversos setores da sociedade civil para reconhecer a trajetória das mulheres que atuam tanto na defesa dos direitos quanto na construção de políticas públicas no Rio de Janeiro.
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Movimentos sociais populares, universidades e sindicatos estiveram presentes em um evento promovido pelo mandato [Nome do Mandato], onde mais de cem participantes receberam homenagens por seu trabalho.
Lembrando o legado comunitário
A celebração também foi dedicada à memória de Laudilane Silva Neto Siqueira. A assistente social faleceu em 2024 após dedicar sua vida integralmente ao fortalecimento das comunidades da zona oeste carioca e aos esforços pela garantia de direitos civis.
Nascida na região de Bangu, a liderança construiu uma importante história no terceiro setor: ela fundou a Associação Nova Casa do Trabalho ainda em 2011. Essa iniciativa tinha como foco principal promover inclusão profissional e social para jovens periféricos e pessoas com deficiência.
Luta política por um estado mais justo
Durante o encontro, deputada [Nome] reforçou que é fundamental manter organizada as mulheres tanto nas áreas rurais quanto nos centros urbanos. Ela destacou sua própria trajetória ao afirmar ser a primeira mulher sem – terra eleita pela Alerj.
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“Este encontro reafirma que a luta das mulheres do campo e da cidade está no centro de nossa atuação política”, declarou ela na ocasião. Segundo suas palavras, nenhuma transformação acontecerá se não houver força e organização feminina; “As homenagens também confirmam nosso compromisso com a construção de um estado menos desigual, livre de violência ou fome”.
A voz acadêmica sobre o papel feminino
Em outra participação relevante foi uma professora reitora em universidade pública estadual (UERJ). Ela ressaltou ainda mais a importância deste tipo de evento para dar visibilidade à militância feminina.
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“Como segunda mulher a ocupar esse cargo histórico da Uerj, carrego aqui [Nome] na defesa intransigente pela educação pública. Com toda essa energia das mulheres presentes neste encontro, continuamos transformando vidas e resistindo aos desafios do nosso tempo”, afirmou ela ao público presente.
Feminismo popular nas ruas dos territórios
A pauta política também recebeu um olhar sobre o feminismo que emerge diretamente das lutas operárias populares; este movimento é liderado sobretudo por mulheres negras periféricas. Essa perspectiva foi apresentada em uma fala de outra participante importante no evento.
“Em meio à crise atual e com a ascensão da extrema direita, fortalecer ainda mais nossa organização feminina torna – se urgente,” pontuou esta voz na cerimônia. O compromisso assumido perante os presentes era levar para dentro do sistema político institucional toda aquela força acumulada nos bairros e nas manifestações espontâneas.”