Defesa de cunhado de Cristiano Ronaldo contesta acusações de rinha de galos em operação policial

A defesa de Alexandre Bertoluci Júnior, cunhado do jogador português Cristiano Ronaldo, se manifestou na quarta-feira (22) a respeito da investigação conduzida pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, que apura uma suposta rinha de galos sob sua responsabilidade.
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A operação foi realizada nos dias 16 e 17 de julho e envolveu o cumprimento de três mandados de busca e apreensão nas cidades de Gramado e Igrejinha, na Serra Gaúcha.
De acordo com informações apuradas pela CNN Brasil, Alexandre é apontado como o principal responsável por um dos locais investigados. Ele é casado com Kátia Aveiro, irmã de Cristiano Ronaldo. Em nota divulgada, o advogado Lúcio de Constantino, que representa Bertoluci, refutou as acusações e assegurou que nada irregular foi encontrado nas propriedades dele.
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Defesa aponta criatório regular
O advogado reiterou que o local em questão é um criatório de aves, incluindo galinhas, pintos e galos, voltado para a seleção e desenvolvimento dessas espécies. “Em razão das recentes notícias, informa que nada foi encontrado de excepcional ou criminoso junto a Alexandre”, destacou Lúcio.
Ele acrescentou que a criação é monitorada regularmente por um médico-veterinário. Esse acompanhamento visa garantir a saúde dos animais e a manutenção dos padrões genéticos exigidos no setor.
Durante a operação policial realizada na semana passada, os agentes inspecionaram cerca de 1.500 aves. Essa ação levantou preocupações sobre possíveis maus-tratos aos animais, uma vez que muitos deles apresentavam sinais compatíveis com essa prática.
Além disso, foram apreendidos celulares, documentos que, segundo a investigação, comprovam a comercialização dos animais e uma arma de fogo.
Investigações em andamento
A Polícia Civil também informou que alguns galos da raça Mura podem alcançar valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil no mercado. Os animais permaneceram sob responsabilidade dos órgãos ambientais, que vão definir o destino das aves.
As investigações estão em andamento para determinar a origem das aves envolvidas e investigar possíveis conexões com outras pessoas em uma suposta associação criminosa dedicada à prática de rinhas clandestinas.
A situação continua sendo acompanhada pelas autoridades competentes enquanto novas informações surgem acerca da investigação.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
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