Datafolha: disputa pelo Senado em MG tem empate entre 5 candidatos
Datafolha aponta 20% de indecisos e 18% de votos brancos ou nulos na corrida ao Senado em Minas Gerais.
Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta – feira (11), aponta um cenário de forte indefinição na corrida pelas duas vagas ao Senado em Minas Gerais. O levantamento mostra uma disputa pulverizada, com vários candidatos tecnicamente empatados e um alto índice de eleitores que ainda não definiram o voto ou preferem anular.
Na liderança, aparece Marília Campos (PT), com 12% das intenções de voto. Logo atrás, dois nomes conhecidos do eleitorado mineiro aparecem com 10% cada: Carlos Viana (PSD) e o ex – governador Aécio Neves (PSDB). O empate técnico entre os três primeiros colocado coloca a disputa em aberto a menos de um ano do pleito.
O cenário dos demais candidatos
Na sequência, o deputado federal Domingo Sávio (PL) marca 8% das intenções. O ex – deputado Marcelo Aro (PP) aparece com 6%, enquanto a ex – deputada Áurea Carolina (PSOL) soma 3%. Com 2% cada, estão Ana Luiza do MLB (UP), Marco Antônio Superman (Novo) e Victória Mello Vic (PSTU.
A pesquisa ainda lista seis candidatos que registram 1% das intenções de voto: Arcanjo Pimenta (MDB), Manoel Carvalho (MDB), Juiz Ramon Moreira (DC), Carlin Moura (Avante), Fidélis Alcântara (UP) e Tião Pessoa (PCO). Já Jordano Metalúrgico (PSTU) não pontuou na pesquisa estimulada.
O percentual de eleitores que disseram que vão votar em branco ou nulo, ou que nenhum candidato, chega a 18%. Já os indecisos somam 20% do eleitorado mineiro, o que reforça a margem para mudanças no cenário até a eleição.
Disputa acirrada e indefinição
O alto índice de indecisos e de eleitores que preferem não escolher nenhum candidato é um dos destaques da pesquisa. Com 20% ainda sem saber em quem votar e 18% optando por branco, nulo ou nenhum, a corrida pelas duas cadeiras no Senado segue completamente em aberto.
O levantamento do Datafolha foi realizado nesta sexta – feira (11) e ouviu eleitores em todo o estado de Minas Gerais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE.
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Com a pulverização de votos entre os candidatos e o grande número de eleitores ainda não decididos, a tendência é que a campanha se intensifique nos próximos meses. Os candidatos devem concentrar esforços em conquistar os indecisos e reduzir o índice de rejeição para garantir uma das vagas no Senado.