Cuba Revela Nomes de 32 Agentes Mortos em Ataque dos EUA na Venezuela

Governo de Cuba revela nomes de 32 agentes mortos em ataque dos EUA na Venezuela. Luto oficial e homenagens marcam a tragédia. Clique e saiba mais!

06/01/2026 19:33

3 min

Cuba Revela Nomes de 32 Agentes Mortos em Ataque dos EUA na Venezuela
(Imagem de reprodução da internet).

Governo de Cuba Identifica Agentes Mortos em Ataque nos EUA

Na terça-feira, 6 de dezembro de 2026, o governo cubano revelou os nomes dos 32 agentes que atuavam na segurança do governo da Venezuela e que teriam sido mortos durante um ataque dos Estados Unidos em Caracas. O Ministério das Forças Armadas declarou que esses cubanos foram vítimas de um “ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado” perpetrado pelos EUA.

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A lista divulgada inclui coronéis, um tenente-coronel, quatro majores e outros militares, com idades variando de 26 a 67 anos. O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, expressou suas condolências, afirmando: “Honra e glória aos nossos, caídos heroicamente ao enfrentar a agressão criminosa do governo dos EUA contra a Venezuela“.

Luto Oficial e Missões dos Agentes

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, anunciou dois dias de luto oficial a partir de 5 de dezembro, durante os quais as bandeiras serão hasteadas a meio mastro e a maioria dos eventos públicos será suspensa. Segundo Díaz-Canel, os agentes estavam cumprindo missões em nome das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido do governo venezuelano.

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Os agentes perderam a vida após uma “feroz resistência” em combate direto contra os agressores, além de serem vítimas de bombardeios durante a tentativa de captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa.

Lista dos 32 Agentes Cubanos

  • Coronel Humberto Alfonso Roca Sánchez (67 anos)
  • Coronel Lázaro Evangelio Rodríguez Rodríguez (62 anos)
  • Tenente Coronel Orlando Osoria López (45 anos)
  • Major Rodney Izquierdo Valdés (51 anos)
  • Major Ismael Terrero Ge (47 anos)
  • Major Rubiel Díaz Cabrera (53 anos)
  • Major Hernán González Perera (43 anos)
  • Capitão Yoel Pérez Tabares (48 anos)
  • Capitão Addriel Adrián Socarrás Tamayo (32 anos)
  • Capitão Bismar Mora Aponte (50 anos)
  • Primeiro Tenente Yorlenis Revé Cuza (36 anos)
  • Primeiro Tenente Alejandro Rodríguez Royo (35 anos)
  • Primeiro Tenente Erdwin Rosabal Avalos (35 anos)
  • Primeiro Tenente Daniel Torralba Díaz (34 anos)
  • Primeiro Tenente Yandrys González Vega (45 anos)
  • Primeiro Tenente Yordanys Marlonis Núñez (43 anos)
  • Primeiro Tenente Yunior Estévez Samón (32 anos)
  • Tenente Yasmani Domínguez Cardero (32 anos)
  • Tenente Fernando Antonio Báez Hidalgo (26 anos)
  • Tenente Yoandys Rojas Pérez (46 anos)
  • Primeiro Suboficial Giorki Verdecia García (30 anos)
  • Capitão Adrián Pérez Beades (34 anos)
  • Suboficial Sênior Suriel Godales Alarcón (42 anos)
  • Soldado aposentado Adelkis Ayala Almenares (45 anos)
  • Soldado aposentado Alexander Noda Gutierrez (48 anos)
  • Soldado aposentado Ervis Martínez Herrera (52 anos)
  • Soldado aposentado Juan Carlos Guerrero Cisneros (55 anos)
  • Soldado aposentado Juan David Vargas Vaillant (54 anos)
  • Soldado aposentado Rafael Enrique Moreno Font (35 anos)
  • Soldado aposentado Luis Alberto Hidalgo Canals (57 anos)
  • Soldado aposentado Luis Manuel Jardines Castro (59 anos)
  • Soldado aposentado Sandy Amita López (37 anos)

Relação entre Cuba e Venezuela

Cuba e Venezuela, aliados históricos, mantêm desde 2000 um acordo de cooperação que permite a presença de milhares de médicos e profissionais cubanos em diversas áreas no país sul-americano. Contudo, até o momento, nenhum dos dois países havia reconhecido oficialmente o trabalho dos agentes de segurança e inteligência, que era um segredo amplamente conhecido.

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O governo da Venezuela não divulgou o número total de vítimas da intervenção militar americana, portanto, não se sabe qual a proporção que os 32 cubanos representam nesse contexto.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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