Criptografia: como ela transforma dados financeiros em códigos secretos para segurança dos clientes?

A criptografia assegura a proteção de dados financeiros, garantindo confidencialidade, integridade e autenticidade nas transações digitais.

Representação de pessoa usando serviços bancários com criptografia.

A criptografia é fundamental para a proteção de dados financeiros, transformando informações sensíveis, como números de cartões e senhas, em códigos secretos embaralhados. Esse mecanismo de segurança cibernética garante que apenas a instituição financeira e o cliente tenham acesso a esses dados.

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Em caso de interceptação por criminosos, eles se deparam apenas com letras e símbolos aleatórios.

Trata – se da ciência de codificar informações, funcionando como um cofre digital. Por meio de fórmulas matemáticas e chaves secretas, a criptografia transforma textos legíveis em textos cifrados. Nos bancos, ela protege não apenas transações financeiras, mas também detalhes da conta e histórico de crédito.

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Os pilares da criptografia

A criptografia visa garantir três pilares fundamentais de segurança. O primeiro é a confidencialidade, assegurando que somente as partes autorizadas — geralmente o banco e o cliente — possam visualizar os dados. O segundo pilar é a integridade, que assegura que as informações não sejam alteradas durante sua transmissão.

Por último, a autenticidade permite identificar quem enviou os dados, evitando fraudes.

Existem dois tipos principais de criptografia: a simétrica, que utiliza a mesma chave para codificar e decodificar informações; e a assimétrica, que emprega um par de chaves — uma pública e outra privada. Essa tecnologia não só previne fraudes como também proporciona uma experiência segura e fluida aos usuários, garantindo a proteção da privacidade e do patrimônio.

Como funciona a proteção dos dados financeiros?

A criptografia protege os dados financeiros em três etapas distintas. Em repouso, refere – se aos dados armazenados em discos rígidos, nuvens ou bancos de dados — como backups mantidos pelas empresas. Em trânsito, abrange os dados transferidos entre sistemas através de redes; isso acontece quando um usuário acessa um site seguro.

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A terceira etapa é conhecida como criptografia de ponta a ponta. Nesse caso, os dados são criptografados no sistema de envio antes mesmo da transferência ser realizada. Um exemplo disso está na proteção dos conteúdos das mensagens enviadas por dispositivos móveis.

A segurança da criptografia

Nenhum sistema é 100% seguro; no entanto, o design da criptografia torna muito difícil e economicamente inviável quebrá – la. Por este motivo, ela é considerada uma das formas mais eficazes para proteger dados no ambiente digital. Para aumentar essa segurança, recomenda – se também o uso da autenticação em duas etapas e a educação dos usuários sobre práticas seguras.

Para saber se um site bancário é criptografado, basta verificar se o endereço começa com “https://” antes do “www” e observar se há um ícone de cadeado na barra do navegador. Além disso, mecanismos de busca como Google e Bing costumam alertar quando um usuário acessa páginas suspeitas.

Verificando a segurança da sua instituição financeira

Para confirmar se uma instituição financeira utiliza criptografia, busque informações no site ou aplicativo do banco sobre medidas de segurança. A maioria das instituições disponibiliza páginas com orientações sobre políticas contra fraudes e golpes direcionados ao dinheiro e aos dados dos clientes.

No Banco Inter, por exemplo, há uma seção dedicada que detalha ferramentas adicionais para garantir a segurança do usuário, além de dicas úteis para o dia a dia.