Logo Clique Fatos
Logo Clique Fatos
  • Home
  • Entretenimento
  • Política
  • Internacional
  • Brasil
  • Economia
  • Famosos
  • Futebol
  • Notícias

  • Home
  • Sobre
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • Política de Privacidade

Copyright © 2025 Clique Fatos - Todos os direitos reservados.

CPI do Crime Organizado no Brasil se aproxima do fim e gera polêmica com STF e Davi Alcolumbre
  1. Home
  2. Política
  3. CPI do Crime Organizado no Brasil se aproxima do fim e gera polêmica com STF e Davi Alcolumbre

CPI do Crime Organizado no Brasil se aproxima do fim e gera polêmica com STF e Davi Alcolumbre

A CPI do Crime Organizado no Brasil se aproxima do fim, intensificando críticas ao STF e a Davi Alcolumbre. O que mais pode acontecer antes do encerramento?
Por: Gabriel Furtado

09/04/2026 03:56

3 min

CPI do Crime Organizado no Brasil se aproxima do fim e gera polêmica com STF e Davi Alcolumbre
(Imagem de reprodução da internet).

CPI do Crime Organizado no Brasil Entra na Reta Final

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado, que investiga o crime organizado no Brasil, está prestes a encerrar seus trabalhos, sem possibilidade de prorrogação. O colegiado, que tem menos de uma semana para finalizar suas atividades, intensificou as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A próxima sessão está agendada para a terça-feira (14), que é o prazo final para o funcionamento da comissão.

Os parlamentares ainda esperam ouvir o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), antes do encerramento. O relator da CPI, Alessandro Vieira (MDB-SE), deve apresentar e votar o parecer final na data limite. Apesar de ter reunido 28 assinaturas para solicitar uma prorrogação de 60 dias, Vieira afirmou que Alcolumbre se opôs ao pedido, alegando que a continuidade da CPI não seria adequada em um ano eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Críticas ao STF e à Atuação de Ministros

Alessandro Vieira direcionou suas críticas aos ministros do STF, André Mendonça e Alexandre de Moraes. Mendonça foi responsável por dispensar a presença do ex-governador Ibaneis Rocha na CPI, o que frustrou os parlamentares que esperavam esclarecimentos sobre o caso Master.

O presidente da comissão, Fabiano Contarato (PT-ES), também expressou descontentamento, afirmando que respeita as decisões judiciais, mas considera que há um bloqueio sistemático ao trabalho da CPI.

Leia também

Renan Santos e dívida de R$ 1,1 milhão: o que a PGFN revela sobre o passivo?

Renan Santos e dívida de R$ 1,1 milhão: o que a PGFN revela sobre o passivo?

STF Define Futuro da Eleição para Mandato-Tampão no Rio de Janeiro nesta Quarta-feira

STF Define Futuro da Eleição para Mandato-Tampão no Rio de Janeiro nesta Quarta-feira

Gabriel Galípolo é ouvido na CPI do Crime Organizado em meio a polêmicas sobre o Banco Master

Gabriel Galípolo é ouvido na CPI do Crime Organizado em meio a polêmicas sobre o Banco Master

Contarato destacou que a aprovação de oitivas e quebras de sigilo tem sido anulada, o que impede a investigação e representa uma afronta à população. Em relação a Moraes, Vieira questionou a decisão que impôs novas regras para a requisição de relatórios de inteligência financeira do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), afirmando que a decisão contraria a jurisprudência do STF e a posição anterior do próprio ministro.

Oitiva de Gabriel Galípolo e Questões sobre Sigilo

Na manhã de quarta-feira (8), a CPI do Crime recebeu o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que foi convidado a depor. Durante a oitiva, Galípolo revelou que recebeu orientações para atuar de forma “técnica” em uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-dono do Banco Master, em dezembro de 2024.

Ele enfatizou que a orientação era para investigar sem fazer “pirotecnia”.

Galípolo também comentou sobre a questão do sigilo bancário, afirmando que, atualmente, os bancos maiores têm um sigilo de dez anos, enquanto os menores têm um de oito anos. Ele ressaltou que a alteração das normas deve ser justificada e que todas as resoluções que levaram à liquidação de instituições financeiras seguiram essa determinação.

O presidente do BC concluiu que não se deve desobedecer regras inadequadas, mas sim debater de forma clara para que mudanças sejam feitas por quem tem o poder para isso.

Compartilhe este conteúdo:

Logo FacebookLogo LinkedinLogo WhatsappLogo Twitter

●

●

●

●

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!

Imagem do post

Internacional

Juiz Federal impõe restrições à defesa de Nicolás Maduro em Nova York e fortalece a promotoria

09/04/2026 00:21 | 3 min

● Fiscalização alerta: Risco de emagrecedores ilegais e o que você precisa saber sobre sua saúde!

09/04/2026 09:04 | 1 min

● Cenário desafiador: Brasil se destaca em infraestrutura apesar da turbulência global

09/04/2026 06:06 | 5 min

● T-Cross 200 TSI em Abril de 2026: Desconto de R$ 21.500 e financiamento zero!

09/04/2026 13:32 | 3 min

● Irã e Arábia Saudita dialogam em meio a tensões regionais; entenda os desdobramentos!

09/04/2026 02:26 | 2 min

Foto do Gabriel Furtado

Autor(a):

Gabriel Furtado

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.