Coreia do Sul considera se unir aos EUA para garantir segurança no Estreito de Ormuz

A Coreia do Sul avalia se juntar aos EUA para garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Entenda os desdobramentos dessa decisão crucial!

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Foto: Reprodução
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Coreia do Sul avalia participação em esforços dos EUA no Estreito de Ormuz

A Coreia do Sul está considerando a possibilidade de se unir aos esforços dos Estados Unidos para orientar navios mercantes no Estreito de Ormuz, conforme informou o Ministério das Relações Exteriores do país em um comunicado divulgado nesta terça-feira (5).

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O governo sul-coreano defende que a segurança e a livre navegação nas rotas marítimas internacionais devem atender ao interesse comum de todas as nações e ser protegidas de acordo com o direito internacional.

No comunicado, é mencionado que a Coreia do Sul está analisando a proposta dos EUA sobre o Estreito de Ormuz, levando em conta o princípio da segurança, o nível de prontidão militar na Península Coreana e as leis nacionais. Em relação ao Projeto Liberdade, a Coreia do Sul e os Estados Unidos têm mantido um diálogo constante para assegurar o uso seguro de rotas navegáveis importantes, incluindo o Estreito de Ormuz.

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Impactos econômicos e geopolíticos

As forças americanas lançaram o Projeto Liberdade na segunda-feira (4), com o objetivo de auxiliar navios mercantes a transitarem com segurança pelo Estreito de Ormuz. A Coreia do Sul, assim como diversas outras economias asiáticas, tem sido severamente impactada pelas restrições à navegação na região, uma vez que depende fortemente da importação de combustível do Golfo.

Um relatório das Nações Unidas, publicado em 14 de abril, alerta que as consequências do conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã podem custar à economia da região Ásia-Pacífico centenas de bilhões de dólares, além de empurrar milhões de pessoas para a pobreza.

A Ásia, que representa mais da metade da produção industrial global, pode enfrentar impactos econômicos que reverberarão em escala mundial.

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