Copa do Mundo de 2026 começa com México e África do Sul; o que esperar da seleção brasileira?

A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira
A Copa do Mundo de 2026 tem início nesta quinta-feira (11), com a partida inaugural entre México e África do Sul, marcada para às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, localizado na Cidade do México. Este jogo é parte do Grupo A. Antes do confronto, às 14h30, ocorrerá a primeira de três cerimônias de abertura organizadas pela Fifa, que contará com diversas atrações.
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Expectativas para a seleção brasileira
Em entrevista ao CNN Novo Dia, o comentarista Michael Bastos compartilhou suas expectativas para o início do torneio e analisou as chances da seleção brasileira. Ele ressaltou que, embora sempre torça pelo Brasil, percebe que a equipe nacional atravessa um momento tecnicamente delicado.
Bastos foi direto ao comentar sobre o atual nível da seleção. “O Brasil sempre entra em Copa do Mundo como favorito, mas, neste momento, vejo a equipe passando por um dos piores momentos tecnicamente”, afirmou. Ele mencionou as dificuldades enfrentadas nas eliminatórias e as mudanças de treinador como fatores que afetaram o desempenho do time.
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Para ele, seleções como França, Inglaterra e Portugal estão, atualmente, à frente do Brasil em termos técnicos.
Importância da estreia contra Marrocos
O comentarista também avaliou a estreia do Brasil contra Marrocos como uma “peça-chave” para a seleção. Ele destacou que Marrocos possui uma equipe qualificada, com jogadores de alto nível, como Hakimi, e que merece respeito. Segundo Bastos, Brasil e Marrocos são os principais favoritos para se classificarem no grupo.
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Vencendo a estreia e o próximo jogo contra o Haiti — adversário considerado mais acessível —, o Brasil praticamente asseguraria a classificação antes do último confronto, que será contra a Escócia, uma seleção conhecida por sua solidez defensiva.
Ansiedade e a experiência de jogar uma Copa do Mundo
Ao ser questionado sobre como lidar com a ansiedade antes de uma estreia em Copa do Mundo, Michael Bastos recorreu à sua própria experiência. “Defender a camisa da seleção brasileira é uma pressão enorme”, reconheceu. Ele compartilhou que, em 2010, a realidade da situação só se concretizou quando o hino tocou e a bola começou a rolar. “A ansiedade é sempre grande, mas, assim que a bola rola, você entra na adrenalina da partida”, afirmou.
Para ele, o primeiro jogo é crucial não apenas pelo resultado, mas também pelo impacto psicológico que uma vitória pode ter no restante da campanha brasileira no Mundial.
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Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



