Concurso Fotógrafo Oceânico do Ano de 2026 anuncia vencedores com prêmio de £10 mil
Imagem de cavalo-marinho vence concurso que destaca ameaças aos oceanos e oferece prêmios de £10 mil.
A Oceanographic Magazine anunciou os vencedores do concurso Ocean Photographer of the Year de 2026. A competição, que já se tornou uma referência mundial, não só premia imagens impressionantes, mas também coloca holofotes sobre as ameaças que os oceanos enfrentam.
O grande vencedor desta edição foi Julien Anton, que capturou um cavalo – marinho adulto cercado por filhotes recém – nascidos em águas rasas e cheias de algas na Polinésia Francesa.
A cada ano, 118 imagens são reconhecidas pelo concurso, que aceita inscrições de fotógrafos amadores e profissionais. As fotos são avaliadas por um painel composto por fotógrafos oceânicos, editores e curadores de museus e galerias. Além da visibilidade, os vencedores podem levar prêmios como £10 mil em dinheiro, uma vaga como fotógrafo contratado em uma expedição do Censo Oceânico, mais £10 mil para gastar em equipamentos fotográficos da Canon e exemplares do livro de arte da Edição 2026.
As categorias e os vencedores de 2026
O título de Fotógrafo Oceânico do Ano sai de entre os vencedores de nove categorias distintas. Cada uma delas também elege seu próprio campeão. As categorias incluem Fotógrafo do Ano em Conservação Oceânica (Hope) e (Impact), Fotógrafo de Aventuras Oceânicas do Ano, Fotógrafo de Vida Selvagem Marinha do Ano e Fotógrafo de Belas Artes Oceânicas do Ano.
Completam a lista O Oceano Invisível: Mundos Ocultos, o Prêmio Conexão Humana: Pessoas e Planeta Oceano, o Prêmio Portfólio Oceânico e o Prêmio Cinquenta Braças Feminino.
Na categoria de Belas Artes, o vencedor foi Matty Smith, que registrou um tubarão – lixa nas Maldivas com o sol atravessando a superfície do oceano. Já Gergo Rugli levou o prêmio de Fotógrafo de Aventuras do Ano ao fotografar golfinhos surfando ao lado de surfistas na praia de Tamarama, em Sydney, na Austrália.
Conservação e conexão humana
James Ferrara foi o Fotógrafo de Conservação (Impacto) do Ano. A imagem vencedora mostra um tubarão – baleia cercado por mergulhadores e praticantes de snorkel no Atol de Raa, nas Maldivas. Na categoria Esperança, Thomas Pavy venceu com o registro de um tubarão – martelo – gigante (Sphyrna mokarran) a 55 metros de profundidade, durante um levantamento populacional no Estreito de Tiputa, no Atol de Rangiroa, na Polinésia Francesa.
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O Prêmio Conexão Humana: Pessoas e Planeta Oceano ficou com Rui Duarte. Em Boa Vista, Cabo Verde, ele fotografou voluntários, surfistas e salva – vidas trabalhando juntos para devolver ao mar baleias – piloto – de – barbatana – curta que haviam encalhado.
Já Mitsuna Kawai, do Japão, venceu na categoria O Oceano Invisível: Mundos Ocultos com a foto de um peixe – fita emergindo verticalmente de águas escuras em Osezaki, durante um mergulho de inverno.
Por fim, Miguel Serrano Ruiz conquistou o Prêmio Portfólio Oceânico. Na praia de El Suspiro, em Baja California Sur, no México, ele flagrou o ambientalista Israel Oblea protegendo ovos postos por uma tartaruga – oliva.